NOS EUA

Casal aponta armas para manifestantes

Cerca de 500 pessoas caminhavam em bairro nobre quando Mark e Patricia apontaram as armas

29/06/2020 12h44 - Por: Folha de Dourados

 
Casal apontou armas para manifestantes durante protesto em St.Louis, Missouri, nos Estados Unidos, no domingo (28) - (Foto: Laurie Skrivan/AP)Casal apontou armas para manifestantes durante protesto em St.Louis, Missouri, nos Estados Unidos, no domingo (28) - (Foto: Laurie Skrivan/AP)

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Um casal de advogados brancos apontou armas para manifestantes antirrascismo do movimento 'Black Lives Matter' (Vidas Negras Importam, em tradução literal) que passavam em frente à casa deles na tarde de domingo (28) em um bairro nobre de St. Louis, no Missouri, nos Estados Unidos (EUA).

Aproximadamente 500 pessoas participavam dos protestos. Imagens compartilhadas nas redes sociais mostram que a mulher e o homem - identificados como Patricia e Mark McCloskey, segundo o "Business Insider" - com uma pistola e o que parecia ser um fuzil semiautomático, respectivamente.

Em outros vídeos, eles aparecem gritando com os manifestantes, dizendo para que eles "sigam em frente". Participantes do ato orientavam os manifestantes a seguirem em frente e ignorarem as ameaças.

Ainda segundo o Business Insider, Mark e Patricia são sócios de um escritório de advocacia que leva o seu sobrenome. O homem, inclusive, atualmente defende um homem negro que acusa um polícia de agressão, enquanto ela é membro do conselho de ética da Associação de Advogados do Missouri.

Ainda não está claro se a polícia estava ciente do ocorrido. Entretanto, o casal pode ter de responder judicialmente pelo ato, pois há uma lei estadual que proíbe o uso de armas letais para praticar ameaças e ofensas a outras pessoas.

Protesto pedia renúncia de prefeita

O protesto em questão também foi uma reação à uma live no Facebook na sexta-feira (26) em que a prefeita da cidade, Lyda Krewson, leu os nomes de moradores que enviaram cartas para pedir a redução nas verbas destinadas à polícia à administração local.

O vídeo foi retirado da internet e a Krewson pediu desculpas.

(Redação/RedeTV!)

 

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