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Análise: Reforma Ministerial, 8 de janeiro, Cenário Internacional e partidos

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Juliel Batista –

Reforma Ministerial – No início dessa semana, o governo Lula promoveu pequenas mudanças ministeriais, a fim de trazer para a sua base aliada no Congresso Nacional, dois partidos que foram base de apoio de Jair Bolsonaro. Apesar de se declararem independentes, o PP e o Republicanos, no novo formato da esplanada, André Fufuca (PP) foi para o ministério dos esportes, que tem a possibilidade de ter um amplo orçamento, devido as casas de apostas, e Silvio Costa Filho (Republicanos), que assume o comando do Ministério de Portos e Aeroportos. Juntos esses dois partidos tem 90 deputados, o que facilitaria a aprovação de pautas consideradas fundamentais para o governo. O que nos cabe questionar, é se essa reforma de fato possibilitará ao governo ter maior facilidade nas aprovações legislativas, com esses dois partidos migrando ‘indiretamente’ para a base aliada.

Condenados no 8 de janeiro – Nessa semana começou o julgamento dos réus do atentado ao Estado Democrático de Direito, em dia 08 de janeiro deste ano. Os golpistas, Matheus Lázaro, Aécio Pereira, condenados a 17 anos e Thiago Matar a 14 anos são os primeiros que o Supremo Tribunal Federal julga e aceita a denúncia que foi oferecida pela PGR (Procuradoria Geral da República), e os condena por inúmeros crimes, como a tentativa de se abolir o Estado Democrático de Direito, e em uma tentativa de se implementar uma ditadura, com intervenção militar como Bolsonaro no poder, como faixas mostravam nos QGs do Exército espalhados pelo país, inclusive aqui em Dourados. Em uma análise preliminar, essas condenações mostram que as instituições brasileiras estão extremamente fortalecidas, e que os golpistas terão condenações dentro da ‘razoabilidade’, como disse o procurador do inquérito.

Visita do ditador coreano ao Vladimir Putin – Um cenário internacional complexo eclodiu nessa semana, com a visita de Kim Jong-Un a Vladimir Putin, na Rússia. Para o ocidente essa visita não é percebida com bons olhos, já que essa aproximação entre os dois países, podem determinar a Guerra na Ucrânia, e modificar o contexto geopolítico da região. Putin deseja mais armamentos, e para isso, conta com o apoio de Kim, e para o ditador é fundamental a tecnologia de armas nucleares e mísseis balísticos. O que vemos nessa visita não é simplesmente um encontro bilateral entre esses países, mas uma possível nova rota que o cenário internacional fará nos próximos anos, com alianças complexas, e de forte impacto no mundo.

Plenárias dos partidos: Os partidos políticos vêm realizando nesse último mês algumas plenárias, e congressos a fim de pautas as eleições municipais de 2024. Apesar de ser considerado cedo por muitos, é fundamental a organização partidária para um fortalecimento das siglas nas eleições. Vale ressaltar as críticas que venho fazendo aqui na coluna, já que os quadros partidários parecem esquecer do principal, os eleitores. Não adianta nada, as reuniões, encontros, se os problemas reais se tornam distantes, e faz com que as pessoas, visualizem a política cada vez mais com longínquo.

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