27/04/2018 09h29

O Progresso e Dourados Agora repercutem 50 anos da Folha

Por: Folha de Dourados
 
 
 Diretor da Folha de Dourados, José Henrique Marques, diretora comercial  Fernanda Garcia e a jornalista Dalva Gonçalves
foto - Hedio Fazan Diretor da Folha de Dourados, José Henrique Marques, diretora comercial Fernanda Garcia e a jornalista Dalva Gonçalves
foto - Hedio Fazan
 

As edições desta sexta-feira (27) o jornal O Progresso e o site Dourados Agora noticiaram os 50 anos da Folha de Dourados.

Leia.

"A ideia é reunir num único documento a história da imprensa douradense, hoje fragmentada em livros e jornais", explica o diretor José Henrique Marques.

"A trajetória da imprensa douradense será documentada numa edição histórica dos 50 anos da Folha de Dourados, abordando todos os meios de comunicação desde o início da década de 20do século passado até 2018. Um amplo material com entrevistas, mensagens, artigos e"causos" de expoentes jornalistas e colaboradores, alémde reportagense entrevistas registrarão, num único documento, a edição comemorativa. Os jornais precursores O Progresso, Jandaia, de Arnulpho Fioravante, O Douradense, de Armando Carmelo, e O Rolo, de Joaquim Lourenço Filho, estão na pauta.

"A ideia é reunir num único documento a história da imprensa douradense, hoje fragmentada em livros e jornais", explica o diretor José Henrique Marques. A pesquisa em andamento já levantou um fato importante e desconhecido do grande público: O Progresso, além de ser o jornal mais antigo em circulação ininterrupta em Mato Grosso do Sul, também é o primeiro de Dourados, já que circulava no município quando distrito de Ponta Porã, na primeira década de 20 do século passado, época em que a marca não pertencia ainda à família de Weimar Torres.

"Muitas surpresas e fatos reveladores virão à tona com textos dos renomados jornalistas convidados a escrever suas histórias e trajetórias, que configuram a história da imprensa de Dourados", acrescenta a coordenadora do projeto,a jornalista Dalva Gonçalves.

A diretora-presidente de O Progresso, Adiles do Amaral Torres, será entrevistada, e os editores Vander Verão (chefe) e Maria Lucia Tolouei (adjunta) foram convidados a escrever artigo.

O documento não contemplará apenas os veículos de comunicação, mas também as empresas de comunicação como agências de publicidade, mídia exterior, tecnologia em mídia, enfim.

Nesse contexto, "o projeto permite espaço para contar a história de empresas, indústrias, entidades e instituições que ao longo desse período participaram ativamente do processo de desenvolvimento sócio econômico de Dourados e região", diz a diretora comercial da Folha de Dourados, a pedagoga Fernanda Garcia, acrescentando ser "uma oportunidade para que os empresários também deixem na edição especial o seu registro histórico".

"Estamos trabalhando intensamente neste material que será distribuído à população, universidades, bibliotecas, escolas, órgãos públicos e também ficará eternizado no Acervo de Documentação Regional da UFGD, inclusive digitalizado, para consulta da comunidade acadêmica e da população", afirma José Henrique Marques.

A edição especial será lançada em data ainda a ser definida num evento que prestará homenagens aos familiares do fundador do jornal, antigos funcionários, personalidades da imprensa de Dourados e parceiros deste projeto.

A Folha de Dourados foi fundada pelo saudoso jornalista Theodorico Luiz Viegas, em 8 de março de 1968, com o objetivo de oferecer ao povo da cidade mais uma opção no mercado editorial. Antes, Theodorico exercia o cargo de redator-chefe de O Progresso, sob à direção de Wlademiro do Amaral.

O jornalista retratou durante mais de três décadas a história do município e de Mato Grosso do Sul, com um olhar diferenciado aos problemas sociais e políticos de sua época. A Folha de Dourados foi o primeiro jornal diário da cidade.

Theodorico foi também representante dos Diários Associados e do Diário de S.Paulo, distribuidor da Revista O Cruzeiro e proprietário de uma empresa de cornetas, leia-se serviço de alto-falantes, com programação musical e publicitária nos moldes de uma programação radiofônica. Um dos locutores era Cezar Montiel, irmão do Nhô-Tito, o precursor desse tipo de propaganda nos carros - a ambulante, que existe até hoje.

Toda a obra de Theodorico Viegas está eternizada no Centro de Documentação Regional da Universidade Federal da Grande Dourados – UFGD, doada pelo atual proprietário, o jornalista José Henrique Marques, que adquiriu o veículo em 2004.

Antenado na revolução digital dos meios de comunicação com o advento da internet, José Henrique encerrou o ciclo de papel no final de 2013. Atualmente, a marca Folha de Dourados dá nome a um dos mais acessados e respeitados sites de Dourados e região."

 

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