28 de julho.
Historicamente essa data foi oficializada pelo decreto número 48.630 de 27 de julho de 1960, normatizando a data de 28 de julho pelo Presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira para ser comemorada em todo país. Uma homenagem à criação do Ministério da Agricutura, em referência aos 100 anos da fundação da pasta ministerial por Dom Pedro II em 1860.
“Celebra o papel essencial de quem cultiva a terra e garante a segurança alimentar no Brasil e no mundo”.
O setor agropecuário segue como um dos pilares da economia nacional,
pertenço também à classe do agricultor, nossa família faz parte de ramo há mais de 80 anos cultivando na Chácara São João e Penha. Infelizmente num país como o Brasil há gente ainda passando fome, parte recebe terra, por não ter vocação para tal, não consegue sobreviver, com o tempo, vende a terceiro e vão viver na cidade.
Outras recebem cestas básicas indevidamente, tomo como exemplo os tais autodefinidos como remanescentes de quilombolas. Por falta de fiscalização e critérios, tomo como exemplo famílias que estão cadastradas há mais de 20 anos no Distrito de Picadinha, algumas continuam recebendo esse benefício, empregados e empregadas com carteira assinada em empresas terceirizadas na Uems e Ufgd. Enquanto muitos pobres ficam na marginalidade, essa é a realidade, não invenção, o ministério público federal devia fazer uma verificação.
O mesmo acontece com alguns que se autodefiniram como indígenas, têm moradia, são empregados, autônomo e por se cadastrarem, recebem também cestas basicas. Outros vivem na pobreza nas aldeias, fazem diárias nas propriedades da região, uma realidade que evidenciamos no dia dia.



