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‘Seleção do TRI’, por José Tibiriçá Martins Ferreira

Copa do mundo e a eleição do dia 4 de outubro.

Nas primeiras competições, nossos jogadores tinham outra cultura, comportamento diferente e garra. Talvez seja na última geração da década de 70, onde havia disciplina, humildade e amor à pátria.

Nas conquistas do tetra e penta também tivemos outros jogadores que se destacaram, muitos já milionários e hoje se noticia que até os brincos ostentados por Vinicius Júnior, custam milhões demonstrando a diferença dos anos 70 e agora, pois quando Jairzinho afirmou que o primeiro carro que obteve foi o fusca que recebeu como prêmio da prefeitura de São Paulo, dado pelo ex deputado federal na época prefeito Paulo Salim Maluf que depois teve que devolver o dinheiro.

Casado como deputado federal, preso ainda tem que devolver milhões aos cofres públicos, agora nonagentário com prisao domiciliar preste a completar 95 anos no proximo dia 3 de srembro.

Esse é o reflexo do nosso país, sua decadência não só se reflete nos milhões que os jogadores e a comissão técnica recebem.

Na política a partir da Nova República, tão falada a partir do Colégio Eleitoral de 1985, modelou o comportamento da República Federativa do Brasil nos escandâlos que envolveram a prisão do presidente da CBF onde a política está também presente na escolha.

A condenação de ex presidentes, a descondenação de um deles e a continuidade dos mesmos artificios na atuação dos nossos representantes no Congresso Nacional, Assembleia Legislativa e Câmara de Vereadores, Governo Estadual e Municipal nos últimos tempos.

Hoje temos o Vice-Presidente Geraldo Alckmin que em 2018 pleiteava o cargo de Pesidente da República, atacou seu concorrente com seguinte frase: LULA quer voltar novamente à cena do crime, mas eleito como seu vice em 2022 para surpresa de muita gente, gostou tanto que novamente quer voltar à cena do crime e pleiteia o mesmo cargo nesta eleição.
A corrupção pode continuar, se o eleitorado continuar elegendo os mesmos atores tanto para as Assembleias legislativas, Câmara federal e Senado, Governos Estaduais e Presidência do Brasil.

Olha que como na copa do Brasil as eleições coincidentemente acontecem em quatro em quatro anos, pura coincidência.

Como a copa acabou para o Brasil, vamos focar numa boa escolha dos futuros governantes, porque somente em 2030 teremos outra oportunidade para fazer novas escolhas.

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