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Pineca: ‘Moradores estão deixando Campo Grande para residirem em Dourados’

Folha de Dourados está republicando as personalidades enfocadas no livro “Minha História em Dourados”, lançado na memorável noite de 24 de abril de 2024 na Casa Lys, com a presença de mais de cem pessoas. Nessa semana, relembramos o legado de VALDEMIR DE SOUZA MESSIAS (PINECA). A edição especial do projeto, celebrando os 90 anos de nossa cidade está em fase final produção e será lançado no decorrer deste ano, em data a ser marcada, no Clube Social de Dourados.

Leia a seguir, o relato publicado no livro “Minha história em Dourados”

Veja alguns trechos do livro:

Pineca: Implantamos alguns loteamentos em Naviraí, Ivinhema, Caarapó e Itaquiraí, e uma pessoa me procurou, dizendo que tinha uma área em Dourados e me perguntando se eu me interessava em fazer um empreendimento aqui. Falei: vamos olhar… A gente sempre quer olhar, ver, expandir, crescer, e assim viemos. Fizemos uma visita na área onde hoje é o Green Park, na saída para Naviraí. Em 2012 começamos a negociação da área e lançamos o empreendimento no final de 2013.

Depois do Green Park fomos negociando outras áreas e percebemos que Dourados era uma cidade pujante. Como gostamos de inovar e fazer coisas diferentes, entendemos que se a gente ficasse só em Naviraí e nas cidades do entorno, não conseguiríamos realizar coisas de grande porte.

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Pineca: Em 2015 lançamos o “Cidade Jardim”, que fica atrás do Clube Indaiá. Assim, a relação da empresa foi ficando muito próxima de Dourados. Fomos vendo que a cidade tinha muita demanda por bons produtos e achamos interessante, estratégico e benéfico para a empresa e para a família a mudança para cá, que ocorreu em outubro de 2016. Foi quando a São Bento e todo o corpo administrativo vieram para Dourados. A cidade nos recebeu muito bem em hoje já temos oito empreendimentos aqui.

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Elaine: Mesmo que a gente não saia do nosso roteiro de lazer, estamos sempre com os olhos abertos, prestando atenção num design, num jeito diferente de viver, até mesmo nas sensações que a gente experimenta. Então, a gente ligou esse radar de estar sempre prestando atenção nas sensações, naquilo que traz bem-estar, que traz qualidade de vida, para incluir nos nossos projetos.

Victor: Há algum tempo, meus pais foram para o Japão com alguns casais de amigos, e viram que lá tem a cultura do onsen, uma hidromassagem quente de um lado e gelada do outro. Os japoneses usam essa troca de calor como algo terapêutico. Trouxemos essa ideia para o “Hectares”, portanto uma inspiração que vem de fora. Na minha lua de mel, fui com a esposa para a Áustria, num spa muito legal no meio da montanha, com neve e tudo de vidro. E se a gente vai nas piscinas cobertas e na sauna aqui do Hectares, também temos tudo de vidro pra conectar o interior e o exterior. Assim, querendo ou não, o nosso dia a dia, é voltado para buscar essas referências.

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