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Força Sindical e FST integram luta contra

Trabalho – 05/12/2008

O Fórum Sindical dos Trabalhadores de Mato Grosso do Sul – FST/MS e a Força Sindical em Mato Grosso do Sul manifestaram apoio à campanha encabeçada pela Ordem dos Advogados do Brasil de Mato Grosso do Sul (OAB-MS) contra o “tarifaço” previsto em anteprojeto elaborado a pedido do Tribunal de Justiça que, caso venha a ser aprovado pela Assembléia Legislativa e sancionada pelo Governo do Estado, aumentará em até 3 mil por cento as custas judiciais para os cidadãos sul-mato-grossenses.O FST/MS é uma entidade que integra dezenas de sindicatos e federações de trabalhadores de segmentos diversos como do comércio, indústria, prestadoras de serviços etc. O coordenador geral, José Lucas da Silva, presidente da Feintramag (Federação Interestadual dos Trabalhadores na Movimentação de Mercadorias em Geral de MT e MS), considerou uma “afronta” a proposta “indecente” do Tribunal de Justiça. “A sociedade precisa manifestar seu repúdio a uma proposta dessa natureza, que prevê um aumento inconcebível nas custas judiciais”, comentou. O sindicalista Ricardo Froes, advogado, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino no Mato Grosso do Sul – Sintrae/MS, membro da coordenação do FST/MS, disse que ambas entidades são solidárias à manifestação pública da OAB/MS, que repudia o “tarifaço”. O Fórum pretende sobrescrever o documento divulgado pela Ordem e apoiar qualquer movimento com o objetivo de reverter esse quadro e impedir a aprovação desse “famigerado” projeto. O presidente da Força Sindical em Mato Grosso do Sul, Idelmar da Mota Lima, presidente da Federação dos Trabalhadores no Comércio de Mato Grosso do Sul – FETRACOM/MS, disse que as duas entidades são solidárias ao movimento da OAB/MS, contra a proposta de aumento das custas judiciais em até 3 mil por cento. “É impressionante! Quando pensamos que já vimos de tudo, surge uma proposta como esta sem o menor cabimento!”,comentou. A Força, segundo Idelmar, está disposta a lutar contra a aprovação dessa proposta. “Faremos o que for necessário para que esse absurdo não se torne realidade”, disse.

Fonte: Folha de Dourados

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