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Da Capital, Codinome Winchester e suas ocasiões espaciais

17/08/2018 14h45

Por: Redação

A banda sul-mato-grossense Codinome Winchester sempre espanta ao revelar sua tão amada terra natal. Talvez por fazer um rock alternativo com abrangência nacional. Talvez pelo fato da maioria dos fãs que lhes renderam a marca de mais 3 milhões de plays no Spotify serem de São Paulo. Talvez por juntar um instrumental de referências internacionais com vozes e letras que lembram os grandes nomes do rock nacional. Porém, uma coisa é certa: eles estão cada vez mais conquistando espaço nacional em sua incansável busca.

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Fruto de uma vontade de fazer entre amigos, Codinome Winchester começou se apresentando em eventos da UFMS. Em 2013, formalizou-se como banda por ser cada vez mais solicitada pelas casas noturnas de Campo Grande – MS. Durante esses anos, a banda já tocou com em outras cidades do Mato Grosso do Sul, dividindo os palcos com Cachorro Grande, Vanguart, Supercombo, Far From Alaska e em festivais sul-matogrossenses. Também participaram do concurso “Temos Vagas”, promovido pelo festival Lollapalooza, no qual ficaram entre as bandas mais votadas em todo o território nacional. Em 2014, a banda lançou com êxito seu EP “10% Alien”, e em 2015, além de estrelarem de dois clipes, também disponibilizaram outro EP, intitulado “Ocasiões Espaciais”. Em 2016, a banda foi ao Rio de Janeiro gravar um material ao vivo chamado “Acoustic Sessions”, no clássico e místico estúdio Toca do Bandido. O single “A Busca” em seu formato acústico foi um tiro certeiro, agradando aos fãs e gerando centenas de milhares de plays nas plataformas digitais.

Com pegada setentista, o resultado musical é forte e atual, mostrando as novas tendências do rock e se destacando com músicas autorais que são um sucesso entre o público. Em um ano divisor de águas na carreira do grupo, uma grata surpresa surgiu logo no início do segundo semestre de 2016: uma participação no projeto de releituras de clássicos da Legião Urbana chamado Viva Renato Russo 20 Anos, com a música “Índios”. A coletânea, que foi capa da Rolling Stone no mês de setembro, levou o nome deles aos principais veículos de imprensa de todo o país, como o jornal O Globo, O Dia, Folha de SP, entre outros.

Os músicos que trilham esse caminho tão diferente do novo rock brasileiro são Fillipe Saldanha nos vocais, Arthur Maximilliano na guitarra e teremim, Guilherme Napa na bateria, Luciano Armstrong na guitarra e Sintentizador e Thiago Souto no baixo. Quanto ao resultado dessa busca sem limites territoriais, não há dúvidas: o céu é o limite.



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