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Morre aos 45 anos o professor, historiador e escritor Fábio da Silva Sousa

Redação –

Morreu nesta terça-feira (7), aos 45 anos, o professor, historiador, escritor e poeta Fábio da Silva Sousa. Natural de São Paulo, ele vivia em Mato Grosso do Sul desde 2016, onde atuava como professor da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e se tornou uma referência nas áreas de ensino, pesquisa e produção acadêmica.

Doutor em História e Sociedade pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), Fábio construiu uma trajetória marcada pelo compromisso com a educação pública e a formação de estudantes. Além da atuação em sala de aula, também se destacou como pesquisador e escritor.

Entre suas obras está o livro Sonhos Revolucionários e Pesadelos Ardentes, no qual analisa a Revolução Mexicana de 1910 e seus desdobramentos no Brasil. O professor também era reconhecido pelo trabalho voltado à preservação da memória e do patrimônio cultural.

A morte do docente provocou grande comoção entre colegas, alunos, amigos e familiares. Nas redes sociais, diversas homenagens destacaram sua dedicação ao ensino, o compromisso com as causas sociais e a contribuição para a produção do conhecimento.

Um dos relatos lembrou a atuação de Fábio junto ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

“Professor Fábio era nosso parceiro no Iphan e um entusiasta da missão de preservar nossa memória por meio do Patrimônio Cultural. Uma grande perda”, publicou um amigo.

Fábio deixa a esposa, Rejane Candado. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre o velório e o sepultamento.

Deputada Gleice Jane lamenta morte

A deputada estadual Gleice Jane (PT) divulgou uma nota de pesar destacando a trajetória acadêmica e o compromisso social do professor.

Segundo a parlamentar, Fábio era mais do que um educador e pesquisador.

“Sua partida nos comove profundamente. Mais do que um grande educador e pesquisador, Fábio era um amigo do nosso mandato, um companheiro sempre alegre, generoso e entusiasmado com as lutas sociais.”

Gleice Jane também ressaltou o legado deixado pelo historiador ao longo de sua carreira.

“Sua inteligência, seu bom humor e sua disposição em contribuir com a construção de uma sociedade mais justa deixaram marcas em todos que tiveram o privilégio de conviver com ele.”

A deputada lembrou ainda que o professor dedicou sua vida ao ensino e à pesquisa.

“Sua trajetória foi construída com seriedade, dedicação e profundo compromisso com a educação pública, deixando um legado que seguirá vivo em seus alunos, colegas e em todos que foram tocados por sua história.”

Na nota, Gleice manifestou solidariedade à esposa de Fábio, Rejane Candado, que atua como chefe de gabinete de seu mandato, além dos familiares, amigos, colegas e alunos.

Por fim, informou que o gabinete parlamentar está oficialmente de luto em homenagem ao professor.

“Em respeito à memória de Fábio e em solidariedade à nossa querida Rejane e a todos os seus familiares, o gabinete da deputada Gleice Jane está em luto, unindo-se à dor daqueles que hoje se despedem de um homem íntegro, querido e comprometido com a educação e com as causas sociais.”

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