Assassinos de auxiliar administrativo continuam impunes
Dourados – 05/08/2009
Waldemar Gonçalves – Russo
Na data de hoje completa 20 dias que autores da morte do auxiliar administrativo Douglas de Brito Pimenta, continuam impunes, uma vez que a polícia não conseguiu ainda identifica-los.
No crime ocorrido em uma suposta tentativa de assalto na periferia de Dourados, pelo menos até a data de hoje os policiais da Polícia Civil através do 2º DP (Distrito Policial), que são responsáveis pelas investigações, ainda não chegaram se quer a uma pista que pudesse levá-los aos autores.
Douglas de Brito que morreu no centro cirúrgico do Hospital da Vida após ser socorrido por uma unidade da Samu tinha 25 anos, e residia com a família na rua Antônio do Amaral, no Jardim Canaã I, foi baleado com um tiro no ombro direito, com o projétil vindo a transfixar no tórax.
O rapaz foi baleado durante uma tentativa de roubo de sua moto na manhã do dia 17 último por dois homens que estavam em uma moto Honda/Titan, de cor preta.
De acordo com Daiane Conte de Melo, de 19 anos, namorada do rapaz, eles tinham acabado de sair da casa dela na rua Natal, para irem juntos para o escritório Contasul trabalhar, quando foram abordados pela dupla assassina.
PASSEATA EM VÃO
Na saída, o casal foi surpreendido pela dupla e um deles exigiu que Douglas de Brito entregasse sua moto Honda/Titan, cor cinza, placa HTC-4946 de Dourados, porém o rapaz esboçou uma reação, já que parecia conhecer um dos ladrões, e acabou sendo baleado.
Consumado o atentado contra o rapaz, e com a namorada dele nada sofrendo, a dupla fugiu sem nada levar nada.
Depois da morte de Douglas Brito e feito o sepultamento de seu corpo no cemitério Santo Antônio de Pádua, uma semana depois, os familiares e amigos do jovem assassinado fizeram uma passeata pedindo paz e cobrando das autoridades que os autores fossem identificados e presos.
Na passeata realizada na manhã do dia 24 passado, um sábado com chuvas, com faixas, cartazes e camisetas, os integrantes saíram de frente da Loja Seller, na avenida Marcelino Pires e caminharam até a praça Antônio João.
Na oportunidade um dos familiares do rapaz disse à imprensa que o objetivo da passeata era o de lembrar das vítimas de violência em Dourados e pedir providências por partes das autoridades competentes, entretanto, até o dia de hoje, os criminosos continuam em liberdade.
Fonte: Folha de Dourados



