Redação –
Três homens foram presos em flagrante suspeitos de integrar uma quadrilha especializada em furto de caminhonetes após tentarem levar uma Toyota Hilux durante a madrugada de sexta-feira (13), em Maracaju.
A prisão foi realizada por equipes da Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos (Defurv), com apoio da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul e da delegacia local.
Segundo a investigação, o crime aconteceu quando o proprietário da caminhonete saiu da casa da namorada e encontrou um dos suspeitos dentro do veículo. Ao tentar impedir o furto, o homem recebeu apoio de comparsas que o aguardavam em um Fiat Uno de cor azul.
Durante a fuga, o motorista do carro ainda tentou atropelar a vítima para garantir que o grupo conseguisse escapar.
Com as informações repassadas pela delegacia de Maracaju, policiais da Defurv iniciaram diligências em Campo Grande para identificar os envolvidos e localizar o veículo utilizado pelos criminosos.
O primeiro suspeito foi localizado no bairro Vila Planalto. Durante a abordagem, ele confessou participação no crime e revelou a identidade de outros dois envolvidos.
Em seguida, os policiais encontraram outro suspeito no bairro Jardim Oliveira. Com ele foram apreendidos objetos da vítima, como carteira e óculos de sol retirados do interior da caminhonete. Também foram encontrados um telefone celular e um dispositivo eletrônico utilizado para programação e cópia de chaves de veículos.
O terceiro suspeito foi localizado no bairro Universitário no momento em que tentava sair de casa em uma motocicleta. Durante a abordagem, familiares tentaram interferir na ação policial, mas a situação foi controlada pelos agentes.
Em depoimento, os três homens confirmaram participação na tentativa de furto e admitiram que tentaram atropelar a vítima durante a fuga. Eles também relataram que, caso conseguissem levar a caminhonete, o veículo seria levado para Pedro Juan Caballero, onde seria vendido.
Os suspeitos foram autuados em flagrante por roubo impróprio, já que houve uso de violência durante a fuga para assegurar a impunidade do crime. O caso segue sob investigação da Polícia Civil.
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