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Semana de Biologia termina nesta sexta

Corumbá – 27/09/2007

A 7ª Semana de Biologia e o 1º Encontro de Iniciação Científica da Embrapa Pantanal/UFMS terminam nesta sexta-feira, dia 28, com minicursos e palestras. A pesquisadora Márcia Toffani, da Embrapa Pantanal, fará a palestra “Atividades agrícolas e uso sustentável dos recursos naturais” na Fundação O Boticário de Proteção à Natureza, às 13h30.
O tema da Semana é “Aquecimento Global: dois graus que mudarão o seu futuro”. O nível de trabalhos apresentados terça e quarta-feira no 1º Encontro de Iniciação Científica surpreendeu os organizadores. A pesquisadora Suzana Salis, da Embrapa Pantanal (unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA), que organizou a apresentação dos trabalhos,  disse que valeu a pena acompanhar a performance dos alunos.
 
A abertura da Semana de Biologia aconteceu segunda-feira  à noite na Praça da Independência, em Corumbá (MS). Discursaram a coordenadora do curso de Biologia da UFMS (Universidade Federal do Mato Grosso do Sul), Marivaine Brasil, o secretário executivo de Meio Ambiente, Ricardo Éboli Gonçalves Ferreira, o presidente do Conselho Municipal de Meio Ambiente, Eduardo Zinezi Duque, o pesquisador Ubiratan Piovezan, representando a chefia-geral da Embrapa Pantanal, e o professor Widinei Alves Fernandes, da UFMS. 
Palestras
 
 O engenheiro eletricista Eduardo Duque, presidente do Conselho Municipal de Meio Ambiente, disse que três ações são importantes para tentar minimizar os problemas causados pelo aquecimento global: ação governamental, mudança de postura e de atitudes dos cidadãos e participação.
 
Ele convidou estudantes de biologia a participar das reuniões mensais do conselho. Afirmou que o conselho tem acesso a informações técnicas, mas atua em outra esfera, defendendo inclusive o aspecto social.
 
A segunda palestra foi do professor Widinei Fernandes. Ele falou sobre Relâmpagos no Brasil. “São descargas elétricas de grande intensidade que ocorrem na atmosfera”, explicou. Cada raio dura de 1/4 de segundo a até dois segundos. No mundo, de acordo com o professor, ocorrem cem relâmpagos por segundo e 90% das descargas acontecem nos continentes, onde há maior variação de temperatura.
Widinei disse que o aquecimento global tende a aumentar o número de relâmpagos entre 10% e 20%, principalmente em áreas tropicais.

Fonte: Folha de Dourados

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