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‘Quilombo’, por José Tibiriçá Martins Ferreira

Estamos próximo da eleição no dia 4 no próximo domingo e muitos candidatos que atuaram na formação do referido quilombo que nunca existiu, estão por aí fazendo promessas em favor do povo douradense na majoritária e proporcional.

Dentre eles como candidatos e candidatas alguns oriundos do estado de São Paulo que aqui escolheram para residir. Outros são de outros municípios sul-mato-grossenses que não sabem nada sobre nossa história, tentam narrar e reescrever fatos que não condizem com a realidade de Dourados e região, já andaram pela Picadinha há alguns meses fazendo campanha como pré candidatos, até ex um governador petista.

Alerto que, se eleitos, poderão tentar implantar muitas coisas que não são boas para nós, assim fiquem atentos.
Caberá a cada eleitor de Dourados analisar os candidatos e candidatas que estão perambulando por aí, muitos de vários quadrantes do estado.

Quem teve aulas de história antigamente nos bancos escolares e quem lê, sabe o que é um quilombo e na região da mata como é chamado um lugar do Distrito de Picadinha, idealizaram um quilombo através de um grupo de pessoas que vieram do estado de São Paulo, ligadas ao partido do trabalhadores no ano de 2005, quando nossa cidade era administrada pelo PT.

Tudo se iniciou com a assinatura num requerimento redigido por alguém que trabalhou na Cemat por muitos anos atrás de nome José Camargo de Souza que atualmente trabalha na superintendência do Incra no nosso estado, documento asdinado por 6 pessoas descendentes de Deziderio Felippe de Oliveira, sendo encaminhado ao Incra dentre elas duas já faleceram.

A partir de então originou-se um processo administrativo e nesses mais de 21 anos tivemos que contestar para não perdermos nossa propriedade. Depois de muita luta o governo federal resolveu comprar de um proprietário 642 hectares da área que seus ancestrais lhe venderam para assentar pessoas que se autodefiniram remanescentes de quilombolas. Está em fase de arranjos para assentar as famílias pois falta infraestrutura.

Estou fazendo esse esclarecimento a pessoas interessadas no assunto, mas delongaria na sua explicação um grande espaço para publicação do texto explicativo nas redes sociais. Quem tiver interesse na verdadeira história, poderão me procurar no meu endereço à Avenida Weimar Gonçalves Torres, 894, centro em Dourados-MS, pois atuo no processo
na defesa da propriedade familiar e mais 14 pequenos proprietários, mas ainda estamos pagando o ônus do prejuízo que o tal quilombo nos proporcionou.

Abaixo posto o requerimento assinado pelos descendentes que se autodefiniram remanescentes do quilombo onde está narrado a verdadeira história por eles mesmos. Dezidério chegou em Vista Alegre, Maracaju-MS como homem livre, isso demonstra que na Picadinha onde ele chegou como homem livre nunca existiu quilombo.

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