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Professor de vôlei investigado por aliciamento e exploração sexual de adolescentes é preso

O professor de vôlei Fernando Pacheco de Lima, investigado por aliciamento e exploração sexual de adolescentes, foi preso na última segunda-feira (30). Segundo a Polícia Civil, ele estava em um hotel no momento da prisão.

As apurações da 2ª Delegacia Especializada de Investigação de Crimes Cibernéticos apontam que o homem, de 40 anos, utilizava perfis falsos em redes sociais para manter contato com ex-alunas de uma escola particular onde lecionava e pedir imagens de nudez. Ele também tentava promover diálogos de cunho erótico com as vítimas, que tinham entre 11 e 12 anos.

Conforme a polícia, a prisão foi efetuada com base no artigo 241-D do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que tipifica o delito conhecido como grooming — o aliciamento de menores de idade para fins sexuais por meios de comunicação. Durante a ação, um aparelho celular foi apreendido para ser periciado.

“De acordo com o levantamento da unidade especializada, o homem já possui histórico criminal pela prática do mesmo tipo de delito, agindo de forma semelhante para se aproximar e explorar vítimas vulneráveis. O investigado foi encaminhado ao sistema prisional e permanece à disposição da Justiça”, informou a Polícia Civil.

TV Globo tenta contato com a defesa do professor Fernando Pacheco de Lima para um posicionamento.

O professor de vôlei trabalhava em uma escola particular de Belo Horizonte. Ele passou a ser investigado pela Polícia Civil depois de uma denúncia de aliciamento registrada em 21 de fevereiro e foi demitido da instituição de ensino.

De acordo com a mãe de uma aluna, o homem se comunicava com as crianças por aplicativo usando um perfil falso, no qual fingia ser uma adolescente e solicitava às vítimas o envio de fotos íntimas.

Armazenamento de material de abuso

Em novembro de 2021, o suspeito foi preso por armazenar material de abuso sexual infantil. Na época, ele tinha 34 anos e ficou pouco menos de um mês na prisão, porque foi solto graças a um alvará expedido pela Justiça.

A investigação do caso tinha começado em 2019, quando os pais de uma aluna de uma escola privada registraram a denúncia sobre pedidos de fotos de teor íntimo nas redes sociais da filha. (Informações g1)

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