Os dois policiais militares suspeitos de matar o soldado da PM Paulo Henrique de Lima Silva, de 37 anos, durante uma briga do lado de fora de uma barraca, foram ouvidos pela polícia e liberados. As armas dos investigados ficaram apreendidas.
“Dois policiais militares, suspeitos do crime e que também estavam de folga e se envolveram na ocorrência, foram identificados. Os dois militares se apresentaram na unidade especializada, onde foram ouvidos e as armas de ambos apreendidas. As investigações seguem no intuito da elucidação do fato”, disse a Secretaria da Segurança, em nota.
No momento do crime, além do policial morto, outras duas pessoas foram baleadas. Uma delas é um segurança da barraca Sunrise Beach Club, onde aconteceu o crime. Conforme o estabelecimento, o homem atua como prestador de serviços para barraca. Ele foi socorrido e está hospitalizado.
Ainda de acordo com a Secretaria, tanto o agente assassinado, quanto os militares suspeitos, estavam de folga quando ocorreu a confusão. A identidade dos militares investigados não foi informada.
Também não foi esclarecido pela pasta se o homem que deu o tapa no policial assassinado é um dos PMs que se apresentaram à delegacia.
Confusão antes do crime
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/4/i/2waUBDSGeCDH0oCFd4pA/discussao-3.jpg)
Policial militar de folga é morto a tiros durante briga em uma barraca na Praia do Futuro, em Fortaleza. — Foto: Reprodução
Câmeras de segurança da barraca de praia registraram os momentos anteriores ao crime. O PM assassinado, Paulo Henrique de Lima, estava na parte externa do estabelecimento, acompanhado de um grupo.
Em determinado momento, o militar se aproximou de um homem não identificado e os dois se desentenderam.
Em seguida, um homem dá um tapa no rosto do militar e começa uma briga. Momentos depois da discussão, Paulo Henrique foi morto a tiros, próximo à entrada da barraca. (Informações g1)
