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PMA prende 5 pescadores no Pantanal

Capital – 07/04/2008

PMA prende 5 pescadores no Pantanal

A Polícia Militar Ambiental de Campo Grande realizou uma operação fluvial e terrestre no Pantanal, iniciada dia 2 e encerrada hoje e prendeu 5 pessoas que praticavam pesca predatória. O primeiro a ser preso foi Divino Costa de Arruda, residente em Corumbá.
 
Ele pescava no rio Paraguai Mirim e havia capturado 4 exemplares de pintado, pesando 8 kg, todos em tamanhos inferiores ao permitido pela legislação, respectivamente 52, 63, 59 e 61 centímetros quando o tamanho permitido é de 85 centímetros. O pescado e uma canoa de madeira foram apreendidos. Divino foi autuado administrativamente e multado em R$ 780,00.
 
No mesmo rio e pelo mesmo motivo foram presos Reginaldo de Oliveira e Elder Martins dos Santos, residentes respectivamente em Ladário e Corumbá que capturaram 11 exemplares de cachara pesando 27 kg, com medidas variadas de 42 a 68 centímetros, quando a medida permitida pela legislação é de 80 centímetros. O pescado e uma canoa de madeira foram apreendidos. Reginaldo foi multado em R$ 850,00 e Elder em R$ 820,00.
 
Já o piloteiro, residente em Corumbá, Paulo Souza Silva foi preso também no Rio Paraguai Mirim com 3 exemplares de pacu e 1 de piraputanga pesando 8 kg, também com tamanhos inferiores ao permitido. Levou multa de R$ 920,00 e teve o barco, motor de popa e o pescado apreendidos.
 
No rio Paraguai, na foz com o Rio Miranda, os policiais prenderam Jorcinei Conceição Dias Amaral, residente em Corumbá, com 19 exemplares de pacu pesando 22 kg, sendo 18 deles com tamanhos inferiores ao permitido pela legislação. Havia exemplar com 23 centímetros, quando a medida permitida é de 45. Foram aprendidos, o pescado, 1 motor de popa e 1 barco de alumínio com o autuado que também foi multado em R$ 970,00.

 
Todos receberam voz de prisão e foram conduzidos, juntamente com o material apreendido, à delegacia de polícia civil de Corumbá, onde foram autuados em flagrante e saíram após pagar fiança para responder ao processo em liberdade. Caso sejam condenados, poderão pegar uma pena de 1 a 3 anos de detenção.
 
 
 

Fonte: PMA

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