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PM Gisele: tenente-coronel será julgado pela Justiça comum

O tenente-coronel da Polícia Militar Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, acusado de matar a própria esposa, a soldado Gisele Alves Santana, de 32 anos, terá o caso julgado pela Justiça comum. A decisão foi tomada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), que definiu que o processo ficará sob responsabilidade da 5ª Vara do Júri de São Paulo, afastando a competência da Justiça Militar.

A definição do STJ foi proferida pelo ministro Reynaldo Soares da Fonseca, que entendeu que se trata de crime doloso contra a vida, o que deve ser julgado pelo Tribunal do Júri. Com isso, o processo segue na esfera comum da Justiça paulista. O oficial responde por feminicídio e fraude processual. Ele foi preso após a morte da esposa, ocorrida em 18 de fevereiro.

A decisão foi confirmada pelo advogado da família da soldado Gisele, José Miguel da Silva Júnior. Para o criminalista, o entendimento reforça a tese de que o caso não possui natureza militar e deve ser apreciado pela Justiça comum.Play Video

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Gisele Alves Santana e Geraldo Leite Rosa Neto

Inicialmente, o caso foi registrado como suicídio, mas depois o coronel foi preso e é investigado por feminicídio
Oficial ignorou recomendação e cruzou a porta do imóvel acompanhado por policiais
PM Gisele: tenente-coronel será julgado pela Justiça comum - imagem 5
Publicação no Diário Oficial garante salário integral ao coronel, que somou mais de R$ 28 mil, enquanto a PM Gisele recebia R$ 7 mil

Relembre o caso

(Informações Metrópoles)

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