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PF prende uma das maiores quadrilhas de tráfico de armas e munições

Rio de Janeiro – 12/09/2007

Policias federais da Missão Suporte no Rio de Janeiro deflagraram neste domingo, 9, a operação Ares que desarticulou senão a maior, uma das maiores organizações criminosas voltadas para o tráfico de armas e munições. A operação foi batizada com esse nome, em referência ao deus da guerra, na mitologia grega.A quadrilha chefiada por Adriel José Taparo e Carlos Caetano Gonçalves adquiria o material bélico na cidade de Foz do Iguaçu, Paraná. As munições em seguida eram levadas para o Brasil por um paraguaio. Adriel e Caetano contratavam pessoas para transportar o material bélico até a cidade do Rio de Janeiro, onde era vendido para as facções criminosas que sabidamente dominam os morros e favelas.Segundo a PF, foram cumpridos cinco mandados de prisão temporária e seis de busca e apreensão. Também foi preso em flagrante Edson Luis Moreira, quando chegava ao Rio de janeiro transportando em seu veículo Astra, 75 granadas, 23 pistolas de calibre 9 mm, 03 submetralhadoras de calibre 9 mm , 02 fuzis calibre 762 e 656 munições para fuzil.Além de Carlos Caetano e Adriel Taparo terem sido presos em razão do mandado de prisão temporária, foram autuados em flagrante, tendo em vista o carregamento trazido por edson. Adriel foi preso na cidade de Ilha Comprida, São Paulo, em sua residência, e Carlos Caetano em um hotel no bairro de Laranjeiras, Rio de Janeiro.     A partir da prisão de Edson foram cumpridos mandados de prisão temporária para os já mencionados líderes da organização criminosa, bem como de outros dois mandados de prisão de integrantes da quadrilha que já se encontravam recolhidos no presídio Ary Franco.Foram ainda cumpridos mandados de busca nas seguintes cidades: Rio de Janeiro, Duque de Caxias, Ilha Comprida, no estado do Rio de Janeiro, Vera Cruz do Oeste e Pato Branco, no Paraná. Adão Moraes de Oliveira, conhecido como adãozinho, também envolvido com a quadrilha, foi preso temporariamente pela PF de Cascavel. A prisão preventiva de Adãozinho será requerida pela Missão Suporte, uma vez que há provas suficientes de sua participação nos crimes praticados por Izaldo de Souza Filho e Paulo Peixoto Teixeira Faria.

Fonte: Fenapef

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