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PC apura suposto ‘racha’ durante acidente em rodovia que matou mulher

Após a morte da empresária Eli Pessoa, de 50 anos, que ficou internada por 10 dias após sofrer um grave acidente na rodovia investiga se o adolescente de 17 anos participava de um suposto “racha”. Ele dirigia o Renault Clio vermelho que invadiu a contramão e colidiu frontalmente com o BYD, onde estava a vítima. As circunstâncias do caso ainda estão sendo apuradas.

Veja momento do acidente

Policiais civis da 17ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Norte) já identificaram a pessoa que teria emprestado o veículo ao adolescente: um amigo do jovem.

O acidente ocorreu na última quarta-feira (13/5). Eli Pessoa estava em um carro da marca BYD ao lado do marido quando o veículo foi atingido pelo Clio vermelho, conduzido pelo adolescente, morador de Ceilândia.

Segundo as investigações, o jovem perdeu o controle do automóvel, invadiu a contramão e colidiu frontalmente com o BYD branco conduzido pela empresária, que ficou gravemente ferida.

PCDF apura suposto “racha” durante acidente na BR-070 que matou mulher - destaque galeria

Todos os envolvidos foram transportados à unidades de saúde

Um helicóptero dos Bombeiros foi mobilizado para resgatar as vítimas

O adolescente também se feriu, foi socorrido e levado ao hospital. De acordo com informações obtidas pela reportagem, já na unidade de saúde, ele acionou a mãe e, posteriormente, ambos deixaram o local. A coluna Na Mira entrou em contato com familiares dos envolvidos, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. O espaço segue aberto para manifestações.

O caso é investigado pela Delegacia da Criança e do Adolescente II (DCA II), em Taguatinga.

“Amava viver”

Eli deixa dois filhos: uma adolescente e um jovem que começou recentemente o curso de medicina. O marido da empresária permanece internado em estado grave e em coma. Ele ainda não foi informado sobre a morte da esposa.

Amiga de longa data de Eli, Meirili Sampaio relatou ao Metrópoles que a empresária “amava viver a vida”. “Ela era alegre, doce, humilde e amava viver a vida. Gostava de viajar, esquiar com o marido e estar ao lado da família. Em todos os encontros dizia o quanto nos amava”, contou Meirili.

A amiga também destacou o orgulho que Eli sentia do filho mais velho, recém-ingressado no curso de medicina. “Ela estava muito orgulhosa porque o filho iria se tornar médico”, afirmou.

Eli Pessoa, vítima acidente 070
A academia de Eli publicou uma homenagem nas redes sociais

O caso ocorreu na BR-070, a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).

(Informações Metrópoles)

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