Palmeiras e São Paulo vão escrever neste domingo, 1º, mais um capítulo da intensa rivalidade do Choque-Rei. O embate por uma vaga na final do Campeonato Paulista acontece quase um ano após a polêmica classificação alviverde à decisão da última edição do Estadual.
O vencedor enfrentará na final o Novorizontino, que ontem venceu o Corinthians por 1 a 0, em Novo Horizonte.
Na ocasião, Flávio Rodrigues de Souza assinalou penalidade após Vítor Roque cair na área em lance envolvendo Robert Arboleda. O lance foi bastante contestado e o então presidente são-paulino, Julio Casares, chamou a marcação de “escândalo”.
Esse, porém, não é o único momento controverso da rivalidade nos últimos anos. De não expulsão até as acusações de xenofobia, relembra momentos de tensão do clássico entre Palmeiras e São Paulo.
Não expulsão de Andreas Pereira
No Brasileirão do ano passado, o São Paulo chegou a abrir 2 a 0 contra o Palmeiras e parecia estar caminhando para uma vitória tranquila no clássico. Mas, em confronto marcado por polêmicas, o Verdão conseguiu a virada.
No início do segundo tempo, ainda com a equipe são-paulino em vantagem, Andreas atingiu Marcos Antônio com a sola da chuteira. O impacto do lance gerou inúmeros pedidos pelo vermelho ao meio-campista palmeirense, mas o árbitro Ramon Abatti Abel levantou apenas o cartão amarelo.
Pênalti não marcado de Allan em Tapia
Na mesma partida, os são-paulinos pediram por um pênalti de Allan em Gonzalo Tapia, quando o placar ainda marcava 2 a 0 para o Tricolor Paulista. No lance, o palmeirense escorregou e derrubou o atacante chileno dentro da área.
Abatti Abel, porém, interpretou como lance normal de jogo e não marcou a penalidade. Com a repercussão das polêmicas da partida, o árbitro foi afastado por 40 dias.

