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Pai é preso pescando após fugir da justiça por 2 anos ao assassinar a filha

Um capítulo importante na investigação do assassinato de Agata Gonzaga Peixoto foi concluído no último domingo (01/02), quando Gutemberg Peixoto Alves de Souza, 45 anos, foi capturado enquanto praticava pesca ilegal em Tatuí, interior de São Paulo.

O caso remonta a 2021, quando Agata, então com 17 anos, desapareceu após três meses de convivência com o pai. A jovem foi vista pela última vez naquele ano, e seu desaparecimento só foi oficialmente registrado em outubro de 2022, quando um tio da adolescente acionou as autoridades.

Investigação e Descoberta

As investigações revelaram um desfecho trágico: a ossada de Agata foi encontrada no quintal da residência da família em Ilha Comprida, litoral paulista. Gutemberg tornou-se o principal suspeito de homicídio e ocultação de cadáver.

Captura Inusitada

A prisão ocorreu de forma inusitada. Agentes da Guarda Civil Municipal abordaram Gutemberg quando ele pescava com uma tarrafa em um lago, prática considerada pesca predatória. Inicialmente usando identidade falsa, o suspeito foi identificado após consulta ao sistema policial.

Com um mandado de prisão em aberto por homicídio e ocultação de cadáver, Gutemberg foi conduzido à Delegacia de Polícia de Tatuí, onde permanece detido. A captura encerra dois anos de fuga e representa um importante momento para a família da vítima.

O caso destaca a persistência das forças de segurança na localização de foragidos e a importância da denúncia familiar no esclarecimento de crimes. A prisão de Gutemberg representa um passo significativo para a justiça de Agata.

O feminicídio de uma adolescente por seu próprio pai ressalta questões críticas de violência doméstica e proteção de menores, demandando uma reflexão mais profunda sobre os mecanismos de proteção familiar.

A captura de Gutemberg Peixoto Alves de Souza representa mais do que o cumprimento de um mandado judicial. Simboliza a esperança de justiça para Agata e para todas as vítimas de violência que aguardam resolução.

A investigação continua, e novos detalhes devem ser revelados nos próximos procedimentos judiciais. (Informações Correio do Interior)

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