Bastidores

Deumeires, negacionismo, solidariedade, Laquicho, Razuk e Câmara

07/07/2020 10h00 - Por: Folha de Dourados

 
Deumeires Morais - Foto: TV Morena/DouradosDeumeires Morais - Foto: TV Morena/Dourados

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José Henrique Marques

Tá dito: "É muito difícil lutar contra a pandemia de imbecis." (Ricardo Darín)

Stand By – Tida como candidata a vice-prefeita ideal numa chapa onde o cabeça seja identificado com o empresariado, a professora Deumeires Morais está licenciada da diretoria de Comunicação da Federação dos Trabalhadores em Educação de MS. Também não está afastada a hipótese de disputar uma das 19 vagas da Câmara de Dourados. Embora no PSB, é alinhada politicamente ao vice-governador Murilo Zauith, do DEM.

Ignorância – O negacionismo à ciência do mandatário mor levou parte da população a enxergar a covid-19 uma doença maldita, como a lepra (hanseníase) - moléstia que surgiu na Índia há 4 mil anos e até hoje tratada com preconceito. Por vergonha injustificada e descabida, muitas famílias tentam esconder a causa da morte de parentes vítimas do novo coronavírus.

Compromisso – Quem tinha alguma dúvida de que o Solidariedade está fechado com o projeto do deputado José Carlos Barbosinha (DEM) de chegar à Prefeitura não tem mais depois que foi ao ar, nas redes sociais, vídeo onde o Democrata recebe apoio do pré-candidato a vereador Cemar Arnal, hoje filiado no SD.

Laquicho – Como diria o professor Wilson Biasotto, "até aqui o professor João Carlos vai bem". O pré-candidato do PT à sucessão da prefeita Délia Razuk (PTB) tem se saído bem nas entrevistas à imprensa. Preparado e bem informado, ele defende o legado petista em Dourados, esquiva-se de perguntas capciosas e está com um discurso propositivo, sem o sectarismo de outrem do partido que não cabe mais no debate atual.

RR - Com a saída de cena daquele que liderava com folga as pesquisas, o deputado estadual Marçal Filho, do PSDB, e num momento em que sua administração deslancha, o grupo da prefeita Délia Razuk voltou a considerar a hipótese da tentativa de reeleição. A possibilidade será debatida com o retorno a Dourados do esposo da prefeita, o ex-deputado Roberto Razuk, na segunda quinzena do mês. Na verdade, até agora, Délia não disse oficialmente se postulará ou não novo mandato.

Moita – Quem também está assanhado para disputar a Prefeitura Dourados com a desistência de Marçal Filho é o colega dele na Assembleia Legislativa Renato Câmara, do MDB. Embora, esbarre na falta de estrutura financeira, o ex-prefeito de Ivinhema tem como cacife a satisfatória performance em 2016, quando ficou atrás de Délia (hoje PTB) e de Geraldo Resende (PSDB) com mais de 20 mil votos.

 

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