Olho grego
O mundo gira... e rápido. O tempo voa. Por isso, cada vez mais eu tenho vontade de parar. Parar e respirar. Contemplar. Para mim isso é fundamental, até porque
Glamurama – 05/07/2007
O mundo gira… e rápido. O tempo voa. Por isso, cada vez mais eu tenho vontade de parar. Parar e respirar. Contemplar. Para mim isso é fundamental, até porque senão, me atropelo. Aliás, não são raras as vezes que me pego me atropelando… e o pior: atropelando os outros. Por isso, essas paradas são fundamentais. Tento fazer isso na Bahia, no interior de São Paulo. Estive em Santa Catarina – lindo… – e agora estou na Grécia. Sou suspeita para falar sem comprometimento, pois me sinto muito inserida quando estou por aqui… mas o fato é que estar na Grécia não significa apenas respirar, contemplar. Significa, para mim, absorver, flutuar, incorporar. As pessoas são muito agradáveis, simpáticas, sorridentes. O sol brilha forte. O mar… de uma transparência absurda, nos tons mais variados do azul claro ao verde claro, passando por esmeralda e azulão. Não é sem alma como o Caribe. Não é pura ferveção como no sul da França. Os deuses estão aqui. Não acredita? Não é à toa que a filosofia mora aqui. Nasceu e se instalou: está no ar. Como o tempo está correndo e às vezes fica difícil ir atrás, essas pausas são fundamentais. Pequenas, porém importantes: tempo de pensar. De avaliar… e voltar. De preferência, com um novo olhar.
Fonte: IG



