MATO GROSSO DO SUL

Guarda Civil teria estuprado menina de 12 anos antes de se matar

O Guarda Civil Fred Brandão dos Reis, de 38 anos, que tirou a própria a vida no último sábado (20), teria estuprado uma criança de 12 anos antes de cometer o suicídio. Com a arma da corporação, Fred teria acordado a menina por volta das 5 horas e a violentado. O caso aconteceu em Campo Grande.

22/04/2019 13h18 - Por: Folha de Dourados

 
Foto: Reprodução / Facebook Foto: Reprodução / Facebook

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O Guarda Civil Fred Brandão dos Reis, de 38 anos, que tirou a própria a vida no último sábado (20), teria estuprado uma criança de 12 anos antes de cometer o suicídio. Com a arma da corporação, Fred teria acordado a menina por volta das 5 horas e a violentado. O caso aconteceu em Campo Grande.

Segundo informações da Polícia Civil, Fred teria acordado a menina de 12 anos, que dormia na sala, e a chamado para ir até um quarto da casa 'para mostrar uma coisa'. Lá, de posse da arma da corporação, teria obrigado a menina a tirar a roupa sob ameaças de morte.

Após consumar o ato, o homem mandou a menina sair do quarto. A criança ainda viu o guarda municipal colocar a arma na boca. A menina correu, chamou a mãe, e, logo em seguida, as duas ouviram o barulho de disparo de arma de fogo.

Ainda conforme a PC, a arma seria da corporação. A autenticidade foi confirmada por um oficial da Guarda Civil Metropolitana. O revólver calibre 38, com capacidade de sete projéteis, foi encontrado com cinco munições intactas e duas deflagradas. O caso foi registrado na Depac Centro.

O homem deixa um filho de dois anos.

Defesa

Procurado pela reportagem, o presidente do Sindicato dos Guardas Municipais, Hudson Bonfim, informou que vai aguardar o resultado do laudo pericial feito na menina antes de se pronunciar.

"Precisamos deste laudo para constatar as causas, mas de qualquer forma foi feito um boletim de ocorrência. E após isso, vai ser aberto um processo administrativo por parte da prefeitura. No dia, ele havia sido dispensado da função", diz.

Já assessoria de imprensa da Guarda Civil Metropolitana declarou que, até o momento, não foi notificada oficialmente sobre o caso e não pode se manifestar.

  • Algumas informações foram omitidas para preservar a identidade da criança (TOP Mídia News)
 

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