Dourados

UFGD: senador ataca Mirlene Damazio: ‘biônica imposta por Bolsonaro’

"UFGD é a única Universidade Federal que não discutiu os impactos da pandemia com a comunidade acadêmica"

07/07/2020 17h47 - Por: Folha de Dourados

 
Fabiano Contarato e Mirlene DamázioFabiano Contarato e Mirlene Damázio

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Na tarde desta terça-feira (07), o senador Fabiano Contarato, da REDE do Espírito Santo fez uma publicação em suas redes sociais que chamou a atenção da sociedade sul-mato-grossense ao criticar publicamente a reitora pro tempore da UFGD, Mirlene Damázio, chamando-a de biônica e imposta pelo bolsonarismo.

O senador compartilhou uma matéria do Diretório Central das e dos Estudantes da UFGD com o título "UFGD é a única Universidade Federal que não discutiu os impactos da pandemia com a comunidade acadêmica".

O DCE denuncia que "[...] a UFGD é a única das 69 universidades federais a não realizar nenhuma reunião dos seus Conselhos Superiores para discutir os impactos da pandemia nas atividades acadêmicas. A última reunião do Conselho Universitário (COUNI) foi realizada em 10 de março de 2020, e nenhuma das pautas foram relacionadas com a crise sanitária".

Destaca que "[...] a reitoria interventora da UFGD segue tomando decisões unilaterais, como no caso das recentes portarias que impõem a volta às aulas via ensino remoto. Nesse sentido, ressaltamos a importância de nos mobilizarmos para que os órgãos colegiados voltem a se reunir, pois neles temos representantes das três categorias e podemos debater em conjunto as questões importantes para a universidade".

Contrário a tal prática, o senador Fabiano Contarato escreveu em sua rede social que "não surpreende que a única universidade federal que faz de conta que o coronavírus não existe seja dirigida por um "reitor biônico", imposto pelo bolsonarismo: esse é o custo de não se observar a democracia nestas instituições".

A crise na UFGD criada pela reitora pro tempore e seu grupo de pró-reitores se agrava com o passar dos meses, chamando a atenção de parlamentares de todo o Brasil. A Defensoria Pública da União encaminhou ofício requisitando informações a respeito das medidas adotadas pela reitora pro tempore. Os Sindicados dos professores e técnincos movem inúmeras ações contra a gestão. Diretores e coordenadores de cursos requerem pelos seus espaços colegiados negados. O Conselheiro Universitário, instância superior da UFGD segue sem cumprir com sua obrigação.

 

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