Pular para o conteúdo
Quinta-feira, 5 de novembro de 2026 Dourados 25 °C

Desde 1968 Ano 58

Desde 1968 · Ano 58

Agora
Arquivo

Mulheres correm mais risco de morrer após infarto

Coração – 04/09/2007

As mulheres correm um risco maior que os homens de morrer após sofrerem um infarto e deveriam buscar ajuda imediatamente assim que surgirem os primeiros sintomas de problemas cardíacos, alertou, em Viena, a cardiologista espanhola Mónica Masotti.
 
“As mulheres deveriam buscar a ajuda de um médico especializado mais rapidamente quando tiverem problemas do coração ou caso se sintam mal”, disse a especialista do Instituto do Tórax do Hospital das Clínicas de Barcelona.
 
A médica participou do Congresso de Cardiologistas Europeus, que termina dia 5 e conta com a presença de 25 mil especialistas.
 
Masotti destacou que as mulheres se diferenciam dos homens que consultam um cardiologista por uma série de fatores: em média, são mais velhas e sofrem com mais freqüência de diabetes e insuficiência cardíaca, apesar de fumarem menos.
No entanto, segundo a médica, a freqüência de problemas cardíacos nos homens é maior que nas mulheres.
 
Além disso, a cardiologista afirmou que, após uma cirurgia com um cateter para desobstruir artérias fechadas por um infarto, as pacientes do sexo feminino têm taxa de mortalidade maior que os do sexo masculino.
O percentual de morte entre mulheres foi de 18%, enquanto o de homens ficou em apenas 8%, comprovou um estudo.
 
Para a cardiologista, o fenômeno pode ser explicado pela idade avançada e pelo pior estado de saúde verificado com freqüência nelas.
 
A equipe chefiada por Masotti tirou estas conclusões a partir de uma pesquisa feita com 529 pacientes – 417 homens e 112 mulheres – entre janeiro de 2002 e dezembro de 2006. A operação neles foi realizada menos de 12 horas após surgirem os primeiros sintomas.
 

Fonte: AE

Anuncie na Folha de Dourados

Desde 1968 informando Dourados e a Grande Dourados.

Fale com o comercial