A pedagoga acreana Asmin Nascimento da Silva Fraga, de 33 anos, morreu na última sexta-feira (17), após complicações no pós-operatório de uma cirurgia de pancreatite, para retirar de pedras no pâncreas.
Ela se mudou com o esposo e as duas filhas há cerca de 7 anos em busca de oportunidade de trabalho. A jovem era filha da presidente do Sindicato das Trabalhadores Domésticas do Acre e conselheira do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher, Ana Maria Nascimento da Silva. A Secretaria de Estado da Mulher lamentou a morte da jovem.
Ao g1, o vigilante Leandro Kennedy Freitas de Araújo, de 39 anos, que é amigo da família há mais de 20 anos, explicou que Asmin sofria com dor abdominal desde a adolescência. “Sempre passava mal e precisava ir ao hospital”, disse.
Ainda segundo o vigilante, Asmin chegou a procurar atendimento com dois médicos no estado sulista, contudo, os especialistas recusaram fazer a cirurgia devido à gravidade do caso.
“Ela já vinha sofrendo há anos com essas pedras no pâncreas, segundo a mãe dela. Os médicos achavam perigoso e de risco, mas aí esse médico aceitou fazer e deu no que deu”, concluiu.
A pedagoga foi internada na última quarta-feira (15) e operada no mesmo dia. O procedimento durou 9 horas e apesar de complexo, ocorreu bem, segundo Leandro. Contudo, dois dias após ser encaminhada para Unidade de Terapia Intensiva (UTI), Asmin começou a apresentar um acúmulo de líquido.
O caso ocorreu na cidade de Blumenau, em Santa Catarina.
(Informações g1)




