Kellen Oliveira Bretas Antunes, uma mulher de 42 anos de idade, está internada em estado grave desde dezembro, após usar uma injeção para emagrecimento do Paraguai. O produto não é registrado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Segundo familiares de Kellen, ela adquiriu a medicação sem prescrição médica ou acompanhamento profissional. Entretanto, logo após a primeira aplicação, ela começou a sentir dores abdominais.
Com o passar do tempo, a mulher passou a desenvolver complicações neurológicas, chegou a urinar sangue e, por fim, ficou completamente paralisada. A principal suspeita é que Kellen tenha desenvolvido a Síndrome de Guillain-Barré, uma doença neurológica autoimune que, em casos mais graves, pode causar paralisia.
Qual foi a caneta emagrecedora que Kellen comprou no Paraguai?
A medicação usada pela mulher é conhecida como Lipoless, um suposto análogo ao fármaco tirzepatida, presente no Mounjaro. O medicamento é comumente usado para tratamento de diabetes e, em 2025, começou a ser mais popularmente usado para a perda de peso.
Comerciado de forma irregular no Brasil, as canetas emagrecedoras do Lipoless são trazidas do Paraguai. Segundo a Anvisa, esse medicamento é proibido de ser fabricado ou vendido no Brasil e devem ter a entrada ao país barrada.
O caso ocorreu em Belo Horizonte, Minas Gerais. (Informações RIC Notícias)


