Redação –
A Polícia Civil prendeu, nesta sexta-feira (17), Joaquim Barbosa de Lima, conhecido como “Juninho”, apontado como o quinto envolvido no assassinato de Guilherme Carlos Canozi, de 29 anos. A vítima foi encontrada morta na Cachoeira do Inferninho, em Campo Grande, no dia 22 de março deste ano.
A prisão foi realizada por equipes da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Segundo a polícia, o suspeito estava foragido desde a conclusão do inquérito, período em que chegou a ter um cartaz de procura divulgado para auxiliar na localização.
Com a captura, Joaquim deverá passar por audiência de custódia e permanecerá à disposição da Justiça.
Corpo foi encontrado por praticantes de rapel
O corpo de Guilherme foi localizado por praticantes de rapel que frequentavam a região da Cachoeira do Inferninho. A vítima apresentava sinais de violência, não portava documentos de identificação e utilizava uma tornozeleira eletrônica.
Durante as investigações, a DHPP identificou o veículo utilizado no crime e o proprietário do automóvel. Os policiais também localizaram a residência onde Guilherme teria sido mantido em cárcere privado na noite anterior ao homicídio.
Com base nos levantamentos, a polícia conseguiu identificar os envolvidos na execução.
Investigação levou à prisão dos suspeitos
No início de maio, foram presos os proprietários do veículo e da residência utilizada para manter a vítima em cárcere. Posteriormente, outros dois suspeitos também foram detidos, apontados como responsáveis por transportar Guilherme até o local onde ocorreu o crime.
Com a prisão de Joaquim Barbosa de Lima, todos os cinco investigados identificados pela Polícia Civil foram localizados. Segundo a DHPP, ele era o único que permanecia foragido.
Crime pode ter ligação com facção criminosa
De acordo com a investigação, há indícios de que o homicídio tenha relação com a atuação de uma organização criminosa. Conforme a Polícia Civil, parte dos investigados possui vínculo com uma facção que atua em Mato Grosso do Sul.
O inquérito foi concluído com o indiciamento dos cinco suspeitos, que responderão pelo envolvimento na execução de Guilherme Carlos Canozi.




