No terceiro dia do julgamento do caso Henry Borel, o Tribunal do Júri ouviu novas testemunhas. A juíza Elisabeth Loro pediu agilidade às defesas de Monique Medeiros e Jairinho. A médica que recebeu Henry no hospital afirmou que ele chegou sem vida.
O psiquiatra Rafael Bernardon deu um longo depoimento, classificando Jairinho como sádico. A defesa contestou a validade científica deste testemunho, alegando que Bernardon não tem contato direto com os envolvidos.
Após sofrer um infarto, o advogado Fabiano Lopes pode retornar ao tribunal ainda esta semana. A ordem dos interrogatórios foi alterada, permitindo que Monique Medeiros seja ouvida antes de Jairinho.
(Informações R7)





