Mapa aperta regras para importação de sêmen bovino
Fiscalização – 24/10/2007
Instrução Normativa do Mapa (Ministério da Agricultura, Abastecimento e Pecuária) que consta no DOE (Diário Oficial do Estado) publicada hoje no DOU (Diário Oficial da União) endurece as regras para importação de sêmen, com objetivo de evitar a entrada de doenças no País. Conforme a medida, todo sêmen que for importado pelo Brasil deverá estar acompanhado de Certificado Sanitário Internacional, emitido na língua oficial do país exportador e em português, assinado ou endossado por veterinário do Serviço Veterinário Oficial do país exportador, atendendo às exigências sanitárias do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O modelo deste certificado terá de ser submetido e aprovado pelo Mapa. Além disso, a instrução normativa orienta procedimentos para prevenção de enfermidades. Quando à rinotraqueíte infecciosa bovina a orientação é submeter uma amostra de soro sanguíneo de cada doador do sêmen ao teste de vírus neutralização ou ao teste laboratorial, no mínimo 21 dias após a última coleta do sêmen; ou submeter uma alíquota de sêmen congelado de cada partida destinada à exportação à prova de isolamento viral ou à prova de PCR, com resultado negativo.Já em relação à língua azul, a exigência é submeter uma amostra de soro sanguíneo de cada doador do sêmen ao teste de imunodifusão em gel de agar, ou ao teste de ELISA com resultados negativos no dia da primeira coleta do sêmen, e novamente entre 30 e 60 dias após a última coleta do sêmen; ou submeter uma amostra de sangue total de cada doador do sêmen, coletada a cada 28 dias, ao teste de PCR; ou submeter uma alíquota de sêmen congelado de cada partida destinada à exportação à prova de PCR, com resultado negativo.
Fonte: Folha de Dourados



