Uma mulher foi presa na zona leste de São Paulo após ser acusada de agredir sua filha recém-nascida. Os atos foram registrados em vídeo pela própria mãe e enviados para a avó paterna da criança. A avó, ao receber as imagens chocantes das agressões, decidiu denunciar o caso às autoridades policiais.
Os vídeos mostram cenas fortes nas quais a bebê aparece sendo maltratada. Após assistir aos registros, a avó procurou imediatamente a polícia para garantir que medidas fossem tomadas contra a mãe da criança. Segundo relatos da ex-sogra, esta não seria a primeira vez que tais abusos ocorreram; pelo menos três incidentes semelhantes já haviam sido relatados.
Com base nos vídeos fornecidos pela avó, os agentes conseguiram um mandado judicial e prenderam a suspeita em sua residência no Parque São Jorge. Durante o interrogatório policial, ela confessou os maus-tratos sem oferecer resistência à prisão.
O caso foi registrado como maus-tratos na delegacia local. Especialistas indicaram que durante uma audiência de custódia pode haver tentativas de justificar as ações com alegações de depressão pós-parto ou outras condições psicológicas. No entanto, há esforços legais para assegurar que esses registros visuais sejam usados no processo judicial visando impedir qualquer possibilidade futura de contato entre mãe e filha.
(Informações R7)



