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Justiça mantém prisão preventiva de professor acusado de abuso

A Justiça de São Paulo decretou a prisão preventiva do professor e policial civil Melqui Galvão. Ele é investigado por abusos sexuais cometidos contra suas alunas de Jiu-Jitsu, incluindo menores. A decisão foi tomada após denúncias que incluem um incidente durante uma competição internacional. Até o momento, sete mulheres prestaram depoimento sobre os supostos crimes.

Brenda Larissa, lutadora e ex-aluna de Galvão, relatou anos de sofrimento devido aos abusos que teriam começado quando ela tinha 12 anos. Ela afirma que as agressões psicológicas continuaram mesmo após o término dos abusos sexuais e sua saída da academia dele.

O caso ganhou notoriedade depois que uma adolescente denunciou o treinador no final de abril deste ano. Desde então, outras vítimas se manifestaram publicamente para relatar experiências semelhantes com o instrutor.

Até agora cinco possíveis vítimas foram identificadas pela Polícia Civil do Amazonas relacionadas ao caso Melqui Galvão.

(Informações R7)

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