Ainda nesta terça-feira (04), uma notícia tem repercutido entre as mídias sociais. Isso, porque um ativista LGBT+, ligado ao MST, foi encontrado carbonizado na cidade em que residia.

O fato ocorreu na cidade de São João do Triunfo – Paraná, no último sábado (1). O corpo de Lindolfo Kosmaski, de 25 anos, foi encontrado carbonizado. O MST informou que indícios apontavam para um crime de ódio provocado por homofobia. Havia, ainda, sinais de tiros no corpo do jovem, “pois os assassinos, além de dispararem dois tiros contra o jovem LGBT, carbonizaram seu corpo”.

Lindolfo era estudante da turma de Licenciatura em Educação do Campo da Escola Latina Americana de Agroecologia (ELAA), ativista da causa LGBTQIA+, do partido dos trabalhadores (PT), e do movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

“Era um jovem humilde, solidário e cheio de sonhos. Atuava como professor na rede estadual de ensino no Paraná e na última eleição municipal concorreu a vereador pelo PT no município de São José do Triunfo. Além disso, estava dando sequência aos estudos cursando mestrado no Programa de Pós-graduação em Educação em Ciências e em Matemática na Universidade Federal do Paraná (UFPR)”, diz a nota do MST.

Da redação do Acontece na Bahia

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