Incontinência urinária atinge mais de 80 mil mulheres em MS
Saúde – 10/08/2009
As mulheres são mais suscetíveis ao problema de incontinência urinária. No Brasil em torno de 30% com idade acima de 45 anos, sofrem desta disfunção. De acordo com o último censo do IBGE realizado em 2007, existem em Mato Grosso do Sul 267.714 mulheres nesta faixa etária, isso significa que no estado em torno de 80.300 convivem com o incomodo.
Segundo a presidente da Sogomat-Sul (Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia do MS), Maristela Vargas Peixoto, além da questão física, outros fatores contribuem para a causa do problema. “Durante a gestação o peso abdominal e a posição da cabeça fetal na pelve pode causar maior pressão sobre o diafragma muscular pélvico, ocasionando assim flacidez da musculatura”, explica a médica.
Ela esclarece também, que essa perda involuntária de urina denominada incontinencia urinária, compromete o convívio social e afeta diretamente a qualidade de vida das pessoas. “Um simples esprirro pode levar a perda de urina e o constrangimento faz com que a paciente se isole do circulo social”, diz Maristela Vargas. No entanto, existem vários tratamentos que axiliam de maneira significativamente para a melhora do caso.
O uso de medicação e butox na bexiga são duas entre outras opções para se tratar o problema. A presidente da Sogomat-Sul, diz que uma a outra forma de tratamento é a eurodinâmica, assunto que vai ser abordado em Campo Grande, dia 28 de agosto, durante XXIV Jornada de Ginecologia e Obstetrícia de MS. “A discussão deste tema na Jornada vai repercurtir em resultados positivos para o nosso Estado”, afirma.
Fonte: Sogomat-Sul/IM



