Um neto do casal informou ao Correio do Povo que seu avô sofria de depressão. O ato não teria ocorrido de forma consciente, disse o familiar.
A reportagem buscou a titular da 1ª Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam), Thaís Dequech, corroborando a informação do parente. “Há suspeita que os fatos decorreram de questões da saúde mental do suspeito”, reforçou a delegada.
De acordo com Polícia Civil e Brigada Militar, não havia qualquer registro de violência doméstica envolvendo a dupla. Esse foi o 32º feminicídio registrado no Rio Grande do Sul em 2026.
(Informações R7)




