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Homem queima esposa viva na frente da filha de 3 anos, que relatou a polícia

Na cidade de Aparecida de Goiânia, uma história de horror chamou a atenção nacional. Emilli Vitória Guimarães Lopes, uma jovem de 23 anos, mãe de uma menina perdeu a vida após ser vítima de um crime brutal, incendiada dentro de sua própria residência, na frente de sua filha de apenas 3 anos.

Com palavras que cortam o coração, a criança relatou aos familiares: “Papai jogou fogo na mamãe”. Essa declaração devastadora tornou-se elemento crucial para as investigações, contradizendo a versão inicial apresentada pelo companheiro de Emilli, Raffael Castro da Silva, que alegava ter sido um acidente.

O caso, que ocorreu na noite de 28 de janeiro, só foi oficialmente registrado dois dias depois na Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam). A jovem lutou pela vida por 11 dias, não resistindo aos ferimentos e falecendo no domingo, 8 de fevereiro.

Diante da gravidade da situação, a mãe de Emilli tomou providências imediatas, solicitando medida protetiva judicial em favor da filha. Os familiares são categóricos ao afirmar que o crime foi premeditado, apontando Raffael como principal suspeito.

Reflexões sobre Violência Doméstica

Este caso dramático evidencia a complexa realidade da violência doméstica no Brasil, onde mulheres continuam sendo vítimas de agressões brutais, muitas vezes na presença de seus próprios filhos.

A declaração da criança não apenas expõe a crueldade do ato, mas também levanta questões fundamentais sobre proteção, segurança familiar e os impactos psicológicos de tais traumas em crianças.

A história de Emilli Vitória não pode ser apenas mais um número nas estatísticas de violência. Representa um chamado urgente para políticas públicas mais efetivas de proteção à mulher e à criança.

Enquanto as investigações prosseguem, a sociedade deve refletir profundamente sobre os mecanismos de prevenção e combate à violência doméstica, garantindo que histórias como esta não se repitam.

A dor de uma família, a perda de uma jovem vida e o testemunho traumático de uma criança devem servir como alerta e mobilização para mudanças estruturais no enfrentamento desse grave problema social. (Informações Correio do Interior)

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