Pular para o conteúdo
Sábado, 7 de novembro de 2026 Dourados 23 °C

Desde 1968 Ano 58

Desde 1968 · Ano 58

Agora
Arquivo

Governo só executou 13% do orçamento previsto para desastres

Geral – 27/11/2008

O governo federal só executou 13% do orçamento previsto para prevenção e preparação para desastres. Os dados estão no Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siafi) acessados pela TV Brasil e pelo site Contas Abertas.Os números mostram que do total de R$ 372,9 milhões destinados a prevenção e preparação para desastres, foram empenhados R$ 184,6 milhões e executado quase R$ 49 milhões. O que representa 13% do volume total autorizado no orçamento para este ano. Parte do que foi executado, R$ 2,4 milhões foram para o Estado de Santa Catarina.A baixa execução dos recursos para Santa Catarina foi criticada pelo coordenador da Estação Meteorológica de Joinville (SC), Alessandro Barbosa. “O estado de Santa Catarina está exposto a grandes alterações climáticas. Isso por causa da localização geográfica. Estamos em uma região em que a massa de ar fria que vem do pólo sul e o ar quente se encontram e provocam fenômenos como o [furacão] Catarina”, disse.Barbosa lembrou da tragédia provocada pelo furacão Catarina que atingiu os estados do sul, inclusive Santa Catarina, causando 11 mortes e 35 mil desabrigados, em março de 2004. Segundo ele, pouca coisa mudou desde então em ações de prevenção de desastres. “Nós precisávamos de uma bóia meteorológica no Atlântico. Ela nunca foi comprada”.Segundo Alessandro, o custo de um equipamento como esse, que ajudaria a dar maior precisão nas previsões meteorológicas, não passa de R$ 300 mil, menos de 1% do total de recursos destinados para o Programa de Prevenção e Preparação para Desastres do Ministério da Integração Nacional. “É uma questão de investimento, tanto nos serviços de informação, quanto na defesa civil, sistemas de drenagem e edificações”, disse.

Fonte: Folha de Dourados

Anuncie na Folha de Dourados

Desde 1968 informando Dourados e a Grande Dourados.

Fale com o comercial