O vereador Franklin (PT) visitou a Escola Municipal Franklin Luiz de Azambuja, em Dourados, para ouvir estudantes, professores e a direção sobre as principais demandas da unidade. Durante a conversa com os alunos, um pedido apareceu de forma unânime: a recuperação da quadra esportiva da escola, que está interditada há mais de dois anos.
Segundo a comunidade escolar, a quadra foi comprometida pelos constantes alagamentos provocados pelo transbordamento do córrego que passa pelo terreno da escola. Desde então, o espaço permanece impróprio para uso, prejudicando as aulas de Educação Física e outras atividades pedagógicas.
Durante a visita, o vereador perguntou aos alunos qual era a principal reivindicação da escola e ouviu imediatamente a resposta: “A gente quer a quadra”. Os estudantes relataram que atualmente as aulas precisam ser realizadas no pátio ou em outros espaços improvisados, muitas vezes sob sol forte e sem as condições adequadas para a prática de atividades físicas.
A escola atende crianças do pré ao 5º ano do ensino fundamental. Sem a quadra, professores precisam adaptar as atividades planejadas e utilizar espaços alternativos, o que limita as práticas esportivas e pedagógicas previstas no currículo.
Para o vereador, a situação evidencia a necessidade de prioridade na manutenção da infraestrutura das escolas municipais. “É muito difícil para um professor de Educação Física trabalhar sem um espaço adequado. É como pedir para um professor dar aula sem material. A escola precisa de estrutura para garantir uma educação de qualidade”, afirmou.
Franklin destacou ainda que o problema do alagamento não afeta apenas a quadra, mas impacta toda a escola e também o entorno do bairro, o que exige uma solução estrutural para evitar que a situação continue se repetindo.
O vereador informou que irá cobrar providências da Prefeitura de Dourados e da Secretaria Municipal de Educação para que seja apresentado um planejamento capaz de resolver o problema de drenagem e recuperar a quadra para uso dos estudantes.
“Nosso papel é cobrar e ajudar a buscar soluções. As crianças têm direito a uma escola com estrutura adequada, e os professores também precisam de condições para desenvolver seu trabalho com segurança”, concluiu.
