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FCO amplia limite de crédito para comércio e serviços

Economia – 29/02/2008

A SCO (Secretaria de Desenvolvimento do Centro-Oeste), do Ministério da Integração Nacional, agendou para esta segunda-feira (dia 3), uma reunião para discutir mudanças nas regras do FCO (Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste), para as áreas de comércio e serviços. A reunião acontecerá às 15 horas, no sexto andar do edifício-sede do Ministério da Integração Nacional, em Brasília.
Estes dois setores da atividade econômica deverão ter ampliados os seus percentuais de participação nos recursos do Fundo, hoje limitados a 10% do total, segundo afirmou agora há pouco o secretário de Desenvolvimento do Centro-Oeste, José Antonio Silva Parente (Totó Parente), que coordenará a reunião.
Foram convidados para a reunião os presidentes de Câmaras de Dirigentes Lojistas, de Sindicatos, Associações e Federações Patronais e de Trabalhadores no Comércio de Mato Grosso do Sul, Goiás, Mato Grosso e Distrito Federal, além de representantes dos governos destas Unidades Federativas, que integram a área de abrangência do FCO.
Para o Secretário Totó Parente o limite de 10% para o comércio e serviços tem se revelado insuficiente para atender a demanda por recursos do FCO nestes dois setores, que vêm experimentando um forte crescimento em todo o Centro-Oeste, principalmente nas regiões metropolitanas. O secretário vê esta medida como a remoção de mais uma das travas que dificultam a liberação dos recursos do FCO, cujo orçamento para 2008 é de aproximadamente R$ 3,2 bilhões. Ele diz que a busca da aplicação do total dos recursos do FCO em projetos que ajudem a consolidar o desenvolvimento da Região Centro-Oeste é uma determinação do Ministro Geddel Vieira Lima, transmitida quando assumiu a SCO em abril do ano passado.
O Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste tem por objetivo contribuir para o desenvolvimento econômico e social da Região Centro-Oeste, mediante financiamentos direcionados às atividades produtivas, voltados aos setores econômico industrial, agroindustrial, agropecuário, mineral, turístico, comercial e de serviços. O FCO é administrado pelo Ministério da Integração Nacional, pelo Banco do Brasil, como agente financeiro, e pelo Condel/FCO, Conselho Deliberativo do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste.
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Fonte: Midiamax

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