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Família de Danielle Santos Rissi esclarece que mal súbito causou a morte e não asfixia por alimento

A família de Danielle Santos Rissi, de 40 anos, que morreu supostamente engasgada com chiclete na igreja Assembleia de Deus Nova Aliança (ADNA) nesse sábado (2), diz não fazer ideia de como surgiu essa informação divulgada pela Polícia Civil. Os familiares afirmaram que a morte foi causada por um mau súbito.

Uma nota foi publicada pela família no Instagram de Danielle explicando a causa da morte dela, segundo o boletim de óbito. O documento registrado pelo Hospital Municipal de Cuiabá consta “morte súbita, morte natural de causa indeterminada”.

A versão apresentada pela família se contrapõe a da Polícia Civil. Na ocorrência, diz que a vítima “sofreu quadro de asfixia por inalação de alimento (chiclete)” e o caso foi tratado como morte externa traumática por asfixia.

A Polícia Civil afirmou que as informações divulgadas inicialmente, incluindo a hipótese de engasgo, tiveram como base o boletim de ocorrência. A irmã da vítima disse que “não faz ideia de onde surgiu essa informação”.

O caso segue sendo investigado. Confira abaixo a nota divulgada pela família:

NOTA OFICIAL DA FAMÍLIA SOBRE O FALECIMENTO DE DANIELLE SANTOS RISSI DE OLIVEIRA.

A família, ainda profundamente consternada com a perda irreparável de Danielle Santos Rissi de Oliveira, vem a público para restabelecer a verdade e fazer um apelo à população.

Infelizmente, ao longo das últimas horas, fomos confrontados não apenas com a dor da saudade, mas com a rápida disseminação de boatos maldosos e sem qualquer fundamento em relação às circunstâncias de sua morte. Estão circulando informações falsas sobre asfixia por alimento.

ESCLARECEMOS A VERDADE:

Como já comunicado pelo marido, Eloi de Oliveira, e confirmado oficialmente, a causa do falecimento foi um MAL SÚBITO. Não há qualquer relação com asfixia por alimento.

Pedimos, encarecidamente, empatia e prudência. Espalhar notícias falsas é uma falta de respeito com a Danielle e com a dor que estamos sentindo. A disseminação de boatos causa danos irreparáveis e pode configurar responsabilidade civil e criminal para quem o faz.

Pedimos que parem de compartilhar qualquer informação que não venha de fonte oficial da família.

Que a memória da Danielle, do seu sorriso e de tudo o que ela representou para nós, prevaleça sobre qualquer mentira.

Pedimos orações e respeito neste momento tão difícil.

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