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Dourados já produz 1.7 mil toneladas de aço ao mês

Cidade – 23/12/2009

De pequena serralheria para uma das maiores empresas nacionais do ramo
de produção de estrutura metálica. A Imesul, metalúrgica douradense,
absoluta no Estado neste tipo de atividade produz, em média por mês,
mais de 1.700 toneladas de produtos em aço. Gera, ainda, mais de 1,3
mil empregos entre diretos e indiretos.
A empresa, criada há 24
anos, tem um volume de negócios em torno de R$ 85 milhões por ano.
Todos estes recursos ficam no município e movimentam a economia local.
Quanto
a atividade, o gerente administrativo da empresa, Danilo Dantas,
explica que hoje a Imesul projeta, desenvolve, fabrica e comercializa
estruturas metálicas e sistemas construtivos para obras industriais,
armazenadoras, comerciais, shopping centers e usinas de açúcar e álcool.
Com
cobertura de atendimento 100% no estado, os produtos douradenses já
chegam em Manaus no Amazonas, Paraná e São Paulo. Para Dantas, a maior
conquista do setor foi a aquisição de maquinários de última geração em
tecnologia, o que, segundo ele, abriu as portas para o comércio
nacional. “Através dos múltiplos investimentos dia a dia, tivemos a
oportunidade de investir em mercados maiores e definitivamente ganhar o
Brasil” destaca.
Prova do crescimento é que, no ano passado, marcado
pela crise mundial, a empresa não sofreu impactos relevantes. “Foram
muitos contratos fechados com usinas em todo o país, resultado do
crescimento considerável da empresa, que hoje “briga” em condições de
igualdade com empresas de grande porte Brasil a fora”, acrescenta,
observando que estas são uma das principais conquistas da empresa ao
longo dos anos.
Assim como na maioria das indústrias, a Imesul
também precisa comprar matéria-prima de fora, já que não há produção no
Estado. O aço, principal produto utilizado pela empresa, vem de
indústrias em Minas Gerais e São Paulo. O maquinário também chega de
fora. São equipamentos, geralmente adquiridos na Alemanha.
Com
ramo promissor em diversas áreas, o principal entrave do setor é a
falta de mão-de-obra qualificada. “São assistências técnicas em
maquinários, que chegam de fora e encarecem o trabalho de manutenção”,
explica.
Além disso, em Dourados, os profissionais não estavam
preparados para pintura, jateamento, processamento de bobinas e demais
trabalhos específicos do setor. “Cerca de 95% dos nossos funcionários,
se profissionalizaram na empresa”, conta.
A fábrica, que cresce dia
a dia, funciona numa área coberta de 15.800,00 metros quadrados e com
terreno de 25.000,00 m². São duas lojas em Mato Grosso do Sul, sendo
uma em Dourados e outra em Campo Grande e escritório comercial em São
Paulo. Dentre as metas para os próximos anos, segundo Danilo, é
expandir unidades em Goiás Santa Catarina e Paraná.

Fonte: Dourados Agora

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