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Dilma: governo libera 30% dos recursos do PAC até agosto

– 22/08/2007

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, informou nesta quarta-feira (22) que o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal ganhou velocidade nos últimos meses. Segundo ela, até agosto, 30% dos recursos previstos para 2007 já foram ‘empenhados’ (liberados para gastos).
 
Considerando que a previsão de orçamento federal do PAC é de aproximadamente R$ 15 bilhões para este ano, cerca de R$ 4,4 bilhões foram empenhados até agosto. Isso não significa necessariamente, porém, que estes recursos tenham se transformado em despesas efetivas. Rousseff não informou qual o volume de gastos foram realmente feitos até agosto.
 
Até abril deste ano, R$ 1,92 bilhão do orçamento federal do PAC haviam sido empenhados e somente R$ 986 milhões haviam sido efetivamente gastos. A ministra relembrou que o próximo balanço do PAC será feito em 20 de setembro pelo governo federal. ‘Prestar contas é responsabilizar agentes, o governo federal, os estaduais e o setor privado’, disse a ministra.
 
Guido Mantega
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, já havia informado nesta terça-feira (21) ao G1 que o ritmo de execução do PAC aumentou. ‘Vocês vão ter surpresas agradáveis. Porque o PAC está avançando. O PAC transportes está avançando. Temos vários avanços em várias rodovias. [Um balanço] será apresentado no início de setembro’, informou. Entretanto, Mantega não quis avaliar se todos os gastos previstos para 2007 (cerca de R$ 15 bilhões) seriam efetivamente realizados. ‘Não sei em quanto chega. Eu não falei que chegava [em R$ 15 billhões]. Várias coisas avançaram em relação ao PAC rodovias e infra-estrutura’, disse.
 
 Planejamento
Segundo Dilma Rousseff, o PAC foi importante para organizar a ação do governo no segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e para colocar a agenda do crescimento e do desenvolvimento econômico na ‘ordem do dia para todo o Brasil’. Na avaliação da ministra-chefe da Casa Civil, o PAC também retoma as ações de planejamento estratégico. ‘O Brasil tinha, de certa forma, abandonado o planejamento em algumas áreas’, disse.
 

Fonte: G1

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