A Prefeitura de Dourados está devendo 10 meses de alugueis dos imóveis onde funcionam o Serviço Residencial Terapêutico e a Central de Atendimento ao Usuário para o cadastro e retirada do Cartão SUS.

A dívida dos dois imóveis já beira os R$ 100 mil. A Prefeitura deixou de pagar os alugueis em março do ano passado, portanto, já na administração do prefeito Alan Guedes (PP). Cobrada, a Prefeitura vem protelando a resolução do problema.

Caso os proprietários acionem a Justiça com ações de despejos para reaverem os imóveis, o que não está descartado, o caos na saúde pública de Dourados será ainda mais aprofundado.

O Serviço Residencial Terapêutico (SRT) – ou residência terapêutica ou simplesmente “moradia” –, por exemplo, são casas localizadas no espaço urbano, constituídas para responder às necessidades de moradia de pessoas portadoras de transtornos mentais graves, institucionalizadas ou não, onde pacientes e familiares são envolvidos em ações voltadas para a saúde mental.

Os dois hospitais administrados pela Funsaud – Hospital da Vida e UPA – funcionam precariamente, faltando de tudo, desde médicos, medicamentos a papel higiênico, passando por atraso nos salários dos funcionários e outras afrontas à legislação trabalhista.

Na UPA, inclusive, um trabalhador morreu por falta de médico para atende-lo.

O mesmo panorama é visto nos postos de saúde e nas farmácias publicas, cuja responsabilidade direta é da Secretaria Municipal de Saúde.

Enquanto isso, ao invés de resolver esses problemas que afetam a saúde e compromete a vida das pessoas, Alan Guedes prioriza gastar quase R$ 9 milhões de receita própria com kits de robótica, numa transação sob suspeita e já denunciada no Ministério Público Estadual. Esse dinheiro poderia ser aplicado na saúde pública – basta ele priorizar.

Devendo R$ 100 mil de alugueis atrasados, Prefeitura pode ser despejada de dois endereços
Devendo R$ 100 mil de alugueis atrasados, Prefeitura pode ser despejada de dois endereços
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