Deputado destaca os 32 anos de MS
Geraldo Resende – 14/10/2009
Deputado usa tribuna da Câmara Federalpara enaltecer potencialidades do Estado O deputado federal Geraldo Resende (PMDB) ocupou a tribuna da Câmara, essa semana, para destacar os 32 anos de criação do Estado de Mato Grosso do Sul. Segundo o deputado, MS tem uma história que ainda pode ser considerada como curta, mas que caminha a passos largos para cumprir o destino sonhado pelos seus primeiros ocupantes, que foi o de crescer e se desenvolver de forma justa e livre.Segundo Geraldo, Mato Grosso do Sul tem hoje dois milhões, duzentos e sessenta e cinco mil habitantes, distribuídos em pouco mais de 357 mil quilômetros quadrados, com um PIB (Produto Interno Bruto) de R$ 24,3 bilhões. “Estamos experimentando o que os planejadores, economistas e estudiosos costumam chamar de “crescimento chinês” com a implantação de mega-empreendimentos em duas áreas: celulose e minério”, salientou. Para o deputado, Mato Grosso do Sul deverá ter um salto impressionante em sua economia nos próximos anos, lembrando o setor de açúcar e álcool, cujo número de usinas deverá triplicar neste ano e poderá ser 10 vezes maior nos próximos cinco anos.O fato de MS ter perdido a condição de maior produtor nacional de gado bovino, não assusta, garante Geraldo Resende. “Nosso grande desafio hoje se dá em outras áreas. Temos que melhorar a infraestrutura de transportes, melhorar os índices de educação e fomentar o desenvolvimento e preservar nossas riquezas ambientais com um olhar permanente na melhoria das condições de vida da nossa gente”.O deputado afirmou que a pavimentação de vias estratégicas de MS vão permitir pôr no mapa da produção uma área de 1,5 milhão de hectares. Ressaltou que a chegada de novas usinas vem impulsionando a economia de parte dos 78 municípios. “Hoje já são 14 usinas de açúcar e álcool. Sete novas deverão começar a operar neste ano. A expectativa é chegar a 28 em 2010. E o número pode superar 40 nos próximos cinco anos”, comemorou.No pronunciamento, Geraldo lembrou diversas outras ações estratégicas do governo do Estado para garantir o desenvolvimento econômico e social, entre elas o alcoduto interligando Campo Grande ao Porto de Paranaguá, no Paraná. Citou também a indústria de celulose em Três Lagoas, a VCP; e a proposta de trazer a MS a fábrica de papel e celulose da Portucel.Finalizando Geraldo Resende afirmou que a separação do antigo Mato Grosso não foi obra de um capricho. “A razão mais consistente e que justifica os ideais separatistas de séculos atrás contém o inevitável destino de crescer e se desenvolver, do qual Mato Grosso do Sul, seus governantes e sua gente nunca abriram mão”, concluiu.
Fonte: Folha de Dourados



