Cirque du Soleil inicia hoje turnê de ‘Alegría’
Momentos Mágicos – 14/09/2007
Em sua segunda passagem pelo Brasil, o grupo Cirque du Soleil começa a turnê do espetáculo “Alegría” nesta sexta-feira (14), às 21h, em Curitiba. A trupe canadense fica no país nos próximos oito meses e levará o espetáculo para outras cinco capitais do país.
Após se apresentar no Centro de convenções Expotrade, nas proximidades da capital paranaense, o grupo segue para Brasília (estréia em 19 de outubro), Belo Horizonte (22 de novembro), Rio de Janeiro (27 de dezembro), São Paulo (7 de fevereiro de 2008) e, finalmente, Porto Alegre (15 de maio de 2008). No total serão 250 apresentações. Os ingressos custam de R$ 150 a R$ 400. Na tarde desta quinta-feira, ainda havia ingressos para a primeira apresentação da trupe desta turnê brasileira.
O espetáculo
A história de aristocratas decadentes, nas monarquias da Europa do século XVII, é contada com números de saltos, contorcionismos, malabarismos, palhaços e outras modalidades de apuro técnico e acrobático que fizeram do Cirque du Soleil o mais famoso circo do planeta. O espetáculo “Alegria”, cuja montagem foi criada em 1994 pelo italiano Franco Dragone, coloca em cena 53 artistas de 14 nacionalidades, entre eles o brasileiro Marcos de Oliveira Kazuo, de 33 anos, que está há cinco no grupo como palhaço. O espetáculo tem 2h40 de duração, conta com 800 toneladas de equipamento, 200 fantasias. Entre os destaques de “Alegría” estão solos vocais de cantoras, a música interpretada ao vivo por uma banda, além de números como os de malabaristas com tochas e um momento do show criado pelo russo Slava Polunin (do “Slava’s snow show”).Em 2006, o grupo trouxe ao Brasil a montagem “Saltimbanco”, visto por 240 mil pessoas em São Paulo e no Rio de Janeiro, com ingressos esgotados meses antes do início das apresentações.
Infra-estrutura
Uma cidade foi montada atrás da tenda do circo com lavanderia, cozinha, restaurante e um espaço para o camarim e os ensaios. O pequeno palhaço russo Nikita Moiseev, de 12 anos, quando não está atuando, vai para a escola, ou melhor, a escola vai até ele, já que a companhia traz na bagagem uma grande infra-estrutura, como salas de aula e professores para os artistas mirins e filhos dos empregados.
Fonte: G1



