Pular para o conteúdo
Sábado, 7 de novembro de 2026 Dourados 28 °C

Desde 1968 Ano 58

Desde 1968 · Ano 58

Agora
Arquivo

Cesta Básica aumenta 1,57% no mês de março

Economia – 02/04/2008

O Índice da Cesta Básica Alimentar na Capital, composta por 15 itens para a alimentação diária de um trabalhador adulto – no mês de março – teve um aumento de 1,57% em relação ao mês anterior, registrando um custo de R$ 189,52 que no mês anterior foi de R$ 186,59. As variações acumuladas registraram nos últimos 12 meses variação de 11,41%; nos últimos seis meses, 16,54% e no ano 6,39% . A pesquisa é elaborada mensalmente pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente, das Cidades, do Planejamento da Ciência e Tecnologia (Semac).
A pesquisa constatou que, dos 15 produtos que compõem a Cesta Básica Alimentar, 10 apresentaram altas: margarina (18,15%), óleo (13,36%), sal (13,04%), tomate (8,87%), arroz (4,10%), leite (4,00%), laranja (2,43%), macarrão (2,00%), feijão (1,63%) e carne (1,55%). Pão francês e alface registraram preços inalterados. Os produtos que acusaram quedas foram: batata (-9,20%), banana (-5,38%) e açúcar (-4,38%).
Altas ocorridas nas cotações internacionais da soja, no período, refletiram no aumento de preço da margarina (18,15%) e do óleo de cozinha (13,36%) derivados desse produto. A boa produção da batata e a intensificação da colheita, no período, provocaram queda em seu preço (-9,20%). O aumento do volume ofertado de banana no mercado, devido ao período de safra, fez com que seu preço diminuísse (-5,38%).
Em relação às horas trabalhadas, o trabalhador, para comprar a cesta, precisou gastar 100 horas e 28 minutos. No levantamento anterior, eram necessárias 106 horas e 27 minutos. O menor número de horas em março é devido ao novo salário mínimo, de R$ 415,00 em vigor a partir desse mês.
Considerando o trabalhador que recebe um salário mínimo de R$ 415,00, restou-lhe R$ 225,48 (duzentos e vinte e cinco reais e quarenta e oito centavos), portanto 54,33% de sua renda foi utilizada para atender suas outras necessidades básicas como: água, energia, saúde, serviços pessoais, vestuários, lazer e outros serviços. Em relação ao mês anterior, o trabalhador precisou desembolsar mais R$ 2,93 para aquisição da Cesta Básica Alimentar.

Fonte: Folha de Dourados

Anuncie na Folha de Dourados

Desde 1968 informando Dourados e a Grande Dourados.

Fale com o comercial