Juliel Batista –
A candidata a deputada federal por Mato Grosso do Sul, Cassy Monteiro (PL), foi a entrevistada do FolhaCast, podcast da Folha de Dourados, em mais um episódio do Especial Eleições 2026. Aos 27 anos, formada em Psicologia e concluindo uma pós-graduação em Gestão Pública, ela falou sobre sua trajetória política, a ligação com o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), suas críticas a governos e parlamentares, além das principais bandeiras que pretende defender caso seja eleita.
Durante a entrevista, Cassy afirmou que recebeu apoio direto de Nikolas Ferreira e declarou ser a única pré-candidata a deputada federal apoiada pelo parlamentar em Mato Grosso do Sul. Segundo ela, sua entrada na política foi impulsionada inicialmente pela atuação em projetos sociais durante a pandemia e pela percepção de que muitas dificuldades enfrentadas pela população são consequência de decisões tomadas no ambiente político.
Entre as declarações mais contundentes, a candidata fez duras críticas à prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes (PP). “É realmente lamentável a gestão que ela tem feito em Campo Grande”, afirmou. Para Cassy, a prefeita “traiu a confiança do eleitor dela” e a administração municipal “tem sido pior do que muitos imaginavam”. A candidata ainda defendeu uma atuação mais firme da Câmara Municipal na fiscalização da prefeitura e afirmou que os últimos anos seriam suficientes para demonstrar que “não tem como continuar a gestão dela”.
“É realmente lamentável a gestão que ela (Adriane Lopes) tem feito em Campo Grande… traiu a confiança do eleitor dela, tem sido pior do que muitos imaginavam ”
Cassy também direcionou críticas ao sistema político brasileiro e afirmou que parte dos parlamentares atua pensando na própria sobrevivência eleitoral, e não nas futuras gerações. Ao defender a entrada de novas lideranças no Congresso, declarou que seria necessário “implodir o sistema por dentro”, por meio da eleição de pessoas que, segundo ela, não estejam dispostas a se render às estruturas tradicionais da política.
Na entrevista, a candidata ainda criticou o processo de aprovação da reforma tributária, que, em sua avaliação, deveria ter sido mais debatido com setores econômicos e profissionais que possuem menor representação em Brasília. Ela defendeu maior transparência na distribuição e utilização das emendas parlamentares e afirmou que, caso seja eleita, pretende priorizar áreas como saúde, educação e proteção à infância, além de acompanhar os impactos da Rota Bioceânica e defender o fortalecimento da segurança pública e das guardas municipais.
Ela defendeu maior transparência na distribuição e utilização das emendas parlamentares

Assista a entrevista completa gravada no Studio Nexus 5.0:
FolhaCast – Antes de mais nada, candidata, muita gente da região de Dourados que não é do seu campo político talvez ainda não conheça quem é Cassy Monteiro. Quem é a Cassy?
Cassy Monteiro – A Cassy é uma mulher jovem, de 27 anos, formada em Psicologia, terminando uma pós-graduação em Gestão Pública, voluntária há mais de dez anos em projetos sociais e que acredita muito que é possível construir um caminho diferente na política, uma política realmente voltada para as pessoas. Há algum tempo venho me preparando para isso. Fui candidata a vereadora em Campo Grande, hoje sou primeira suplente, e componho o grupo político do deputado Nikolas Ferreira, que foi quem me fez o convite para vir candidata a deputada federal pelo nosso estado.
“Fui candidata a vereadora em Campo Grande, hoje sou primeira suplente, e componho o grupo político do deputado Nikolas Ferreira”
Como começou a sua trajetória política? Qual foi o estalo para entrar na carreira política?
Eu sempre gostei muito de estudar e sempre fui incentivada pelos meus pais. Desde o ensino fundamental eu já me interessava por assuntos ligados à política e gostava de me posicionar. Mas a grande virada de chave foi durante a pandemia.
Naquela época, eu já era voluntária em projetos sociais e fui chamada para atuar em uma instituição na periferia de Campo Grande. A intenção era ajudar famílias que estavam passando fome. Começamos fazendo marmitas e depois desenvolvemos um programa chamado Família Protegida, que atendeu cerca de 500 famílias durante três ou quatro meses.
Foi ali, na ponta, vendo famílias que moravam na mesma cidade que eu, mas viviam uma realidade completamente diferente, que comecei a perceber que existiam dores que não eram emocionais. Eram dores causadas por decisões tomadas muito longe daquelas pessoas.
“Eram dores causadas por decisões tomadas muito longe daquelas pessoas.”
Ou seja, decisões mais materiais?
Exatamente. Às vezes, a falta de saneamento básico, de um banheiro digno, de asfalto, de oportunidade para os jovens se capacitarem e conseguirem o primeiro emprego. Comecei a perceber que existem decisões tomadas na política que afetam diretamente a vida das pessoas.
Isso me gerou indignação e fez com que eu entendesse que não dá para ignorar o poder da política. Se você ignora esse espaço, deixa de colocar pessoas boas lá e depois sofre as consequências das decisões tomadas.
Eu não me sinto representada por boa parte dos políticos do nosso estado. Muitas vezes, eles não estão fazendo o mínimo, que é percorrer o estado, entender os problemas e buscar soluções. Eu acredito que é possível fazer uma política sem conchavos e sem amarras.
“Eu não me sinto representada por boa parte dos políticos do nosso estado.”
Antes disso, você já tinha uma atuação ideológica e política?
Sim. Desde 2015 eu já ia para a rua nas manifestações pelo Fora Dilma. Depois participei, como cidadã, da campanha do Bolsonaro em 2018. Mas eu ainda não tinha aquele desejo de entrar na política.
Foi durante a pandemia que eu pensei: “Eu preciso fazer alguma coisa”. Então fundei um grupo chamado Juntos MS, formado por jovens cristãos e conservadores, com a intenção de preparar jovens para se posicionarem politicamente e influenciarem positivamente os espaços de poder.
Depois, desenvolvemos palestras, ações em escolas e igrejas, projetos de promoção à vida e prevenção ao suicídio. Todo esse trabalho levou à criação do Instituto Desperte Governo, para consolidar as ações que já vínhamos realizando.
‘Foi durante a pandemia que eu pensei: “Eu preciso fazer alguma coisa”.’
Você defende que é possível fazer política antes mesmo de conquistar um mandato?
Com certeza. Eu acredito que trabalhar pelo país e pelo estado não se resume a uma eleição ou a um mandato. É possível fazer alguma coisa sem ter cargo.
Eu sempre falo que, tendo um mandato, ele será uma ferramenta para potencializar aquilo que já fazemos e alcançar mais pessoas. Hoje já desenvolvemos ações em escolas sobre prevenção ao suicídio e prevenção à violência sexual infantil.
“Eu acredito que trabalhar pelo país e pelo estado não se resume a uma eleição ou a um mandato.”
Você faz parte de um grupo político ligado ao deputado Nikolas Ferreira?
Existe um grupo que foi sendo construído antes mesmo do movimento dos “100”. O Nikolas identificou pessoas que já desenvolviam trabalhos semelhantes e chamou essas pessoas para perto, oferecendo formação e preparando jovens para quando surgissem oportunidades.
No ano passado, estivemos em Belo Horizonte participando de encontros e formações.
“O Nikolas identificou pessoas que já desenvolviam trabalhos semelhantes”
Nikolas Ferreira declarou apoio à sua candidatura?
Sim. Eu estava com ele em Belo Horizonte e já gravamos alguns vídeos. Ele afirmou que sou a única pré-candidata a deputada federal dele aqui em Mato Grosso do Sul. A galera ainda vai ver na televisão ele pedindo voto para mim.
“Ele afirmou que sou a única pré-candidata a deputada federal dele aqui em Mato Grosso do Sul.”
Você mencionou a reforma tributária. Qual é a sua avaliação?
Eu acredito que deveria ter sido debatida mais. Eu trabalhei um ano em Brasília e estava lá quando a reforma estava sendo votada.
O que me gerava indignação era pensar: como vamos decidir uma reforma tributária para um país inteiro em tão pouco tempo? Houve discussões, mas o relatório final sofreu muitas modificações.
Eu lembro que a versão final foi disponibilizada com menos de 24 horas antes da votação e o relator teve de fazer a leitura integral no plenário. Eram mais de 140 páginas.
Então, acredito que vários setores deveriam ter sido mais consultados, especialmente aqueles que não têm grande representatividade em Brasília.
“Eu acredito que deveria ter sido debatida mais.”
Quais setores?
O pequeno e médio empresário, o setor comercial e o setor terciário. O agronegócio, por exemplo, possui uma estrutura muito forte no Congresso e conseguiu avaliar rapidamente os impactos e defender seus interesses.
Mas existem outros setores que não possuem essa mesma representação. Era necessário ouvir mais técnicos e profissionais para entender os impactos reais.
A reforma tinha uma intenção positiva, de simplificar e reduzir burocracia, mas muita gente ainda está confusa sobre como tudo vai funcionar. Eu acredito que poderia ter sido melhor.
“Era necessário ouvir mais técnicos e profissionais para entender os impactos reais.”
O Congresso tem uma forte presença de partidos de centro e direita. Por que, na sua avaliação, o Brasil muitas vezes não caminha como esse campo político defende?
Porque nem todo mundo que está dentro de um partido de centro ou de direita realmente representa aqueles valores.
No Brasil, boa parte dos políticos não age de acordo com uma ideologia. Muitas vezes, age de acordo com a conveniência do momento e com a necessidade de manutenção no poder.
Você tem parlamentares que estão em determinados partidos, mas votam várias vezes com o governo. Muitas vezes, não é por convicção ideológica, mas por articulações políticas, por emendas e interesses eleitorais.
Boa parte dos políticos em Brasília não vota pensando na próxima geração. Vota pensando na próxima eleição.
Por isso, a população precisa pesquisar a vida do candidato, entender como ele votou, com quem caminhou e se o discurso realmente condiz com a prática.
“No Brasil, boa parte dos políticos não age de acordo com uma ideologia.”
Você acredita que há muito discurso e pouca efetividade?
Por isso eu acredito que precisamos despertar a população para que ela não caia em narrativas e cobre os políticos.
Nós não somos funcionários dos políticos. Eles são nossos funcionários. Eles estão ali para servir a população.
Às vezes, parece que os políticos entram no poder querendo que o povo os sirva. Não faz sentido. Nós pagamos os salários deles.
O sistema foi construído muitas vezes dessa forma. Às vezes, é um teatro, desde uma Câmara Municipal até Brasília.
Precisamos atuar em duas frentes: conscientizar a população e colocar pessoas lá dentro que questionem o sistema. Eu acredito que o Nikolas cresceu porque mostrou que era possível estar lá sem se render totalmente.
A gente precisa de pessoas lá dentro. É meio que “implodir o sistema por dentro”.
“O sistema foi construído muitas vezes dessa forma. Às vezes, é um teatro, desde uma Câmara Municipal até Brasília.”
O PL em Mato Grosso do Sul está inserido em uma conjuntura política que envolve outros partidos e grupos. Como você vê a gestão da prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes?
Quanto à prefeita, é realmente lamentável a gestão que ela tem feito em Campo Grande.
Sempre que posso, reforço isso, porque acredito que ela “traiu a confiança do eleitor dela”. Ela apresentou um projeto durante a eleição e não conseguiu cumprir.
Na verdade, tem sido pior do que muitos imaginavam.
Eu acredito que falta um posicionamento maior da Câmara Municipal de Campo Grande. Os vereadores deveriam fiscalizar mais, pressionar e cobrar que ela execute pelo menos o mínimo.
A cidade parece abandonada.
“Quanto à prefeita, é realmente lamentável a gestão que ela tem feito em Campo Grande.”
Você acredita que ela não deveria continuar no comando da prefeitura?
Acho que esses dois anos já provaram que não tem como continuar a gestão dela. A população precisa pressionar agora e, dentro da democracia, tem a oportunidade de retirar do poder aqueles que não correspondem à confiança recebida.
“Acho que esses dois anos já provaram que não tem como continuar a gestão dela.”
E como fica sua relação com outras lideranças do campo político, como Reinaldo Azambuja?
Eu acredito que estamos vivendo uma crise que não é apenas política. Ela se manifesta na política, mas tem uma raiz moral.
Existem objetivos em comum entre diferentes grupos. Hoje, eu acredito no projeto do PL porque temos objetivos em comum, e um deles é “tirar o PT do poder”.
Na minha visão, depois de tantos anos, não dá para continuar dando mais tempo para um projeto que, na minha avaliação, não resolveu os problemas do país.
Também precisamos resgatar o senso de justiça. Existe uma crise no sistema político e jurídico, uma sensação de instabilidade e de confusão entre as atribuições dos poderes.
Por isso, acredito que é um momento de unir forças em torno de objetivos comuns.
Hoje, eu acredito no projeto do PL porque temos objetivos em comum, e um deles é “tirar o PT do poder”.
Você se identifica como liberal no campo econômico e conservadora nos costumes. As críticas feitas aos governos de esquerda, por exemplo, em relação a gastos e déficit, também podem ser aplicadas ao governo de Mato Grosso do Sul?
Podem, porque não fazemos críticas apenas com base em campo ideológico. Não é porque um governo é de direita que ele é 100% perfeito.
Quem realmente quer fazer uma leitura séria precisa olhar para os fatos.
Eu não faço uma defesa cega do governo. Já fiz críticas em vários momentos. Existem coisas que poderiam ter saído do papel e não saíram.
Acredito que o estado poderia estar melhor e precisamos de deputados que fiscalizem, questionem e ajudem a entender o que está acontecendo.
Uma vantagem de eu não ter começado minha construção política amarrada a um grupo político local é justamente ter liberdade para fazer críticas.
“Eu não faço uma defesa cega do governo. Já fiz críticas em vários momentos. Existem coisas que poderiam ter saído do papel e não saíram.”
Nas suas redes sociais, você aborda temas como política, religião e aborto. Como esses debates devem ocorrer sem ferir a liberdade das pessoas?
Eu acredito que política e religião devem, sim, ser discutidas. Costumo usar uma frase atribuída a Charles Spurgeon: “Só os tolos acreditam que política e religião não se discutem”.
A religião fortalece a raiz moral de uma nação. Não dá para separar completamente uma coisa da outra porque as políticas públicas também são construídas a partir de valores morais.
A questão do aborto também envolve o debate sobre a vida e o direito à vida.
Discutir não significa impor. A intenção deve ser garantir liberdade de expressão e permitir que os assuntos sejam debatidos e avaliados.
A religião fortalece a raiz moral de uma nação.
Você é favorável ao atual volume de recursos que o Congresso tem nas mãos por meio das emendas?
Sou favorável a que todo esse processo seja muito mais transparente. Hoje, muitas vezes, é confuso entender quais são os critérios.
Precisamos saber se esse montante realmente está trazendo resultados ou se está sendo utilizado para interesses próprios e eleitorais.
Se eu for eleita, minhas prioridades serão saúde, educação e, principalmente, proteção à infância.
Existem populações em Mato Grosso do Sul que são completamente esquecidas. Estive em projetos sociais, inclusive em Dourados, e ouvi relatos de lugares onde falta água e crianças voltam para casa com fome porque não há água para preparar a comida.
São coisas mínimas.
A pauta da infância muitas vezes não é priorizada porque criança não vota. Mas, para mim, essa precisa ser uma prioridade.
Também quero acompanhar o desenvolvimento da Rota Bioceânica. Ela representa um potencial enorme para Mato Grosso do Sul, mas pode se transformar em um problema se as cidades não estiverem preparadas para o crescimento, com infraestrutura, moradia, segurança e vagas nas escolas.
“Se eu for eleita, minhas prioridades serão saúde, educação e, principalmente, proteção à infância.”
Uma das suas bandeiras é a regulamentação do homeschooling. Por que você defende essa proposta?
Porque acredito que precisa existir liberdade para os pais que desejam educar seus filhos em casa.
Muitas pessoas imaginam que homeschooling significa deixar a criança isolada dentro de casa, mas não é isso. Existem métodos, cronogramas, atividades e convivência com outras crianças.
Na minha visão, o homeschooling precisa ser regulamentado para dar segurança jurídica às famílias.
Defender essa possibilidade não significa ser contra a escola ou contra os professores. Pelo contrário. Eu acredito que precisamos investir nas escolas, melhorar a infraestrutura e capacitar os profissionais.
Mas também acredito que as famílias que têm condições e desejam fazer a educação domiciliar precisam ter essa possibilidade regulamentada.
“Mas também acredito que as famílias que têm condições e desejam fazer a educação domiciliar precisam ter essa possibilidade regulamentada.”
Você também defende o fortalecimento das guardas municipais. O que isso significa?
Segurança pública é uma prioridade para mim, especialmente em um estado de fronteira como Mato Grosso do Sul.
Acredito que precisamos fortalecer todo o sistema de segurança, não apenas uma polícia.
As guardas municipais estão próximas da população e, em muitos bairros, são as primeiras forças procuradas em situações de emergência.
Por isso, precisamos discutir estrutura, valorização e remuneração dos profissionais.
A guarda compõe o sistema de segurança pública e exerce uma função extremamente importante. Fortalecer as guardas é fortalecer a segurança da população.
Não adianta melhorar o poder de compra se a pessoa não tem segurança para sair de casa, ir ao mercado e voltar.
“Não adianta melhorar o poder de compra se a pessoa não tem segurança para sair de casa, ir ao mercado e voltar.”
Qual você acredita ser o seu principal diferencial como candidata?
Acho que o principal é entrar na política tendo realizado um trabalho antes de possuir um mandato.
Quero mostrar que é possível fazer a diferença sem estar amarrada a um sistema ou seguindo determinados conchavos.
O que me move, aos 27 anos, a disputar uma vaga na Câmara dos Deputados é acreditar que precisamos começar um trabalho de base para reduzir os índices de violência e suicídio e dar mais visibilidade a causas esquecidas.
Quero ser voz de pessoas que muitas vezes não são ouvidas, como crianças, adolescentes, famílias de pessoas com doenças raras e outras populações que não possuem força política.
O mandato, para mim, seria uma forma de potencializar um trabalho que já começou.
Quero ajudar a colocar Mato Grosso do Sul no lugar que ele merece no Brasil e representar as pessoas que trabalham, que querem um estado melhor e que precisam de representantes que correspondam à altura desse trabalho.
“Quero mostrar que é possível fazer a diferença sem estar amarrada a um sistema ou seguindo determinados conchavos.”
Para encerrar, qual recado você deixa para quem está nos acompanhando?
Primeiro, quero agradecer o espaço e as perguntas. Se tivéssemos mais pessoas interessadas em temas como esses, conseguiríamos conhecer melhor os candidatos e escolher melhor quem vai representar a população nos espaços onde são tomadas decisões que afetam diretamente a nossa vida.
Estou me colocando à disposição porque acredito que Mato Grosso do Sul pode ocupar o lugar que merece no Brasil.
A população merece representantes que estejam à altura do trabalho que é feito aqui, das pessoas que acordam antes do sol para sustentar este estado.
Precisamos de gente em Brasília que não vá dificultar a vida da população, mas que trabalhe para mostrar que é possível fazer diferente.
Aqueles que acreditam nisso têm opções. A minha proposta é mostrar que existe um caminho diferente.
“Precisamos de gente em Brasília que não vá dificultar a vida da população, mas que trabalhe para mostrar que é possível fazer diferente.”




