Amanhã é dia de vacinação Anti-Rábica
Dourados – 26/10/2007
Neste sábado, é dia de campanha de vacinação Anti-Rábica na zona urbana de Dourados. As equipes do Centro de Controle de Zoonoses e da Vigilância em Saúde do município estarão em 54 pontos para a aplicação da vacina em cães e gatos.
No mês de setembro, a campanha de vacinação Anti-Rábica aconteceu na zona rural de Dourados. Mais de 3.700 animais foram vacinados, sendo 2.177 cães e 1.610 gatos. Os postos estavam distribuídos pelas aldeias Jaguapiru, Bororó e Panambizinho, pelos distritos do Panambi, Vila São Pedro, Indápolis, Vila Vargas, Vila Formosa, Picadinha, Itahum e Macaúba e ainda nos locais conhecidos como Laranja Lima, Barreirinho, Barreirão, Guanandi, Fazenda Mya Pólo, Colônia Zanatta, Santa Luzia, Serrito, Placa do Abadio e nas saídas para Ponta Porã e Laguna Carapã.
Segundo o veterinário do CCZ, Fernando Bastos, a meta é vacinar uma média de 40 mil cães e gatos contra a raiva em Dourados, incluindo a zona urbana e rural. Dourados nunca teve nenhum registro de raiva, mas segundo o veterinário, a vacinação é obrigatória e acontece todos os anos. ‘Este ano, não vai haver entrega de vacinas nos pontos, por precaução queremos evitar acidentes com o mau uso da vacina’, destacou.
A Raiva
A Raiva é uma doença provocada por vírus e transmitida aos seres humanos por cães, gatos, bovinos, suínos entre outros animais silvestres, através da mordedura ou lambedura da mucosa ou pele com lesão. Os principais sintomas nos animais são alterações de comportamento como agressão, dilatação da pupila, medo de claridade, salivação excessiva, dificuldade de engolir e paralisia dos membros.
Nos humanos, o vírus se aloja no sistema nervoso central e os primeiros sintomas são febre alta, dor de cabeça e nervosismo. Depois, começa a dificuldade de engolir e respirar, agressividade e paralisia generalizada. Tanto em humanos quanto em animais, quando a doença se manifesta a morte é certa.
A vacina é a forma de prevenção e é indicada para os animais de estimação a partir dos três meses de idade. Se há suspeita que o animal esteja com a doença, ele deve ser isolado e ficar em observação. Na dúvida procure o CCZ ou um médico veterinário. Mais informações pelo telefone: 3411-7753.
Fonte: AgCom



