A Aeronáutica montou um acampamento no ponto em que um avião caiu e posteriormente explodiu, em uma fazenda no Anel Viário, localizada nos fundos do Coophavilla II e Santa Emília, na capital. 

O fato ocorreu nesta segunda-feira (13), quando a aeronave militar realizou um pouso forçado na área. O piloto teria conseguido se ejetar durante o pouso forçado. Posteriormente, a aeronave explodiu. 

De acordo com o Campo Grande News, equipes de Brasília da Força Aérea já estão na capital e iniciaram logo pela manhã, a análise do que pode ter provocado a queda de um caça modelo Tucano A-29, conhecido como Super Tucano.

O intuito do acampamento é  evitar a entrada de pessoas e preservar o ponto de choque, assim como as condições do que sobrou do avião, que se partiu em 3 pedaços, com peças espalhadas pela propriedade rural.

Ainda não foram divulgadas suspeitas sobre os motivos que podem ter causado a queda da aeronave. 

Conforme o Campo Grande News, o Comando da Aeronáutica informa que um piloto da Força Aérea Brasileira (FAB) ejetou-se, “após detectar uma falha técnica na aeronave de caça A-29 Super Tucano, durante voo de treinamento. A aeronave foi direcionada a uma região desabitada, onde colidiu com o solo”.

O piloto teria conseguido se ejetar da aeronave durante a queda, antes da explosão. Ele passa bem e recebe acompanhamento médico. O resgate dele aconteceu por um helicóptero H-60 Black Hawk do Esquadrão Pelicano (2º/10° GAV).

A Força Aéra do Brasil, divulgou que A-29 Super Tucano já é usado há 17 anos em missões no país pela Esquadrilha da Fumaça ou para vigilância da fronteira. Para ambos os casos, é exigida experiência de, no mínimo, 1.000 horas de voo, sendo 500 como instrutor. 

Trata-se de uma aeronave monomotor, turboélice, com precisão na navegação e ataque, com a vantagem de ter baixo custo de operação.  (DouradosNews)
 

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